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ENCERRADO! Sorteio brincos McGarvey para o dia dos namorados!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Olhaí mais um help pra quem ainda não comprou o presente da namorada…

O Salto Agulha e as lojas McGarvey vão sortear um par de brincos para você presentear alguém no dia dos namorados!

Mas é claro que eu não  sou assim tão restritiva, então você que não tem namorado pode concorrer e dar o presente a si mesma ok? :D  Ou seja, todo mundo pode participar! Dia dos namorados é só a temática do sorteio rs.

O prêmio é essa fofura de brinco folheado a ouro. As pedras são granadas – uma espécie de “pretinho básico” dos acessórios, já que podem ser combinada com tudo, e harmonizam com todas as cores do seu look.

E aí, gostaram?

A McGarvey se destaca pelo design bacana das peças. Tem muita coisa linda e diferente por lá.

E para participar do sorteio dos brincos aqui no blog é necessário:

1- Morar em Natal ou ter disponibilidade de vir à cidade receber o prêmio.

2- Ir até a loja retirar o prêmio e concordar em fazer uma fotinha pro blog =)

3- Preencher o formulário abaixo CORRETAMENTE, com atenção para o email e o telefone para contato!

O sorteio será realizado no dia 09/06. Boa Sorte!

ENCERRADO!

E não acaba por aí! Tem outro sorteio para vocês participarem!

É só ir lá no twitter da @LojasMcGarvey e concorrer a um colar tão lindo quanto o brinco que vocês já querem ó:

As meias da Marisa!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Só amor pelas meias das lojas Marisa viu?

Nunca prestei atenção que a “de mulher pra mulher” tinha uma coleção tão interessante de meias! E foi lendo o ótimo Ricota Não Derrete, que me deparei com esses modelos lindos.

Tem chovido muito nos últimos dias e Natal tem experimentado um friozinho que ainda não aceita um casaco pesado, mas pede perninhas cobertas – por calças, leggings ou… meias!

Imagens: Ricota Não Derrete

Tem mais modelos aqui.

O melhor é que os precinhos da Marisa são ótimos, então a gente nem fica com peso na consciência de comprar uma coisa que só usaremos durante um mês né?

Porque passado o período de chuvas, ninguém aguentará andar de meias na Cidade do Sol!

Hidratação com óleo de argan em Natal!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Você com certeza já ouviu falar no poderoso Moroccanoil, que é o produtinho de cabelo mais desejado pelas mulheres atualmente.

Ainda é difícil encontrar a linha pra vender no Brasil, e o jeito é comprar pela internet ou encomendar para aquela amiga que está de viagem marcada.

Mas há outras alternativas para conseguir um efeito de hidratação parecido com o que promete (eu não sei dizer se ele cumpre, porque nunca testei) o Moroccanoil.

O principal componente dele é o óleo de argan, uma semente que só é encontrada no Marrocos e tem alto poder hidratante. Então a alternativa é procurar outros produtos e tratamentos que tenham o milagroso óleo de argan na fórmula.

Recebi um email de Valda Lahn, contando que ela está com novidades no salão, entre elas a Hidratação com Óleo de Argan (!!!!)

Valda fez umas fotos e detalhou o passo para eu mostrar aqui no blog. Vejam que na primeira foto, a moça estava com o cabelo bem danificado e com as pontas bem esticadas:

Como vocês podem ver nas fotos (da esq p/ dir) a aplicação é simples:

1º passo: Lavar o cabelo c/ Shampoo específico

2º passo: Aplicar o creme de tratamento c/ óleo de argan

3º passo: Direcionar a luz fotônica durante 5 minutos e deixar + 10 minutos de pausa

4º passo: Enxaguar e escovar

Valda explicou ainda que “O tratamento Hidratante Israelense é absorvido instantaneamente, restaurando a elasticidade, recuperando o brilho do cabelo e melhorando a maleabilidade. Após varias aplicações reduz as pontas duplas, a fragilidade e a quebra do cabelo”.

Pelas fotos parece ser um ótimo tratamento. Fiquei bem animada! Não posso atestar o resultado porque ainda não provei. Mas estou super curiosa e acho que vou lá testar.

Se alguém aqui já fez, ou fizer antes de mim, comenta aqui o que achou, ok?

Para quem quiser provar a Hidratação com Óleo de Argan, aí vão os contatos do salão:

Rua Valdir Tragino, 3634 – Candelária – Natal/RN

(84) 3206 8246

Email: valdacabelos@gmail.com

Twitter: @valdacabelos

Já falei outras vezes sobre o trabalho de Valda aqui e aqui, lembram?

Uma vida entre linhas, tesouras e agulhas

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Recebi email de uma leitora perguntando se eu conhecia algum alfaiate em Natal, onde ela pudesse mandar fazer um terno sob medida para presentear o marido. Imediatamente enviei para ela o contato de seu Ebenézer, alfaiate muito querido e talentoso, que entrevistei para uma matéria da revista Salto Agulha. Ele tem mais de meio século de profissão, e faz ternos perfeitos. Uns meses atrás encomendei um terno de linho branco para o meu namorado. Como queria fazer surpresa, levei um outro terno dele para o alfaiate tirar as medidas. Mesmo sem prova, o terno ficou perfeito! Caimento impecável. Indico muito o trabalho de Ebenézer. O ateliê dele fica no Alecrim e o telefone é (84) 3223-2696. Além do mais, ele é uma grande figura! Acho que vale a pena publicar a matéria aqui para quem não tem a revista.

Fotos: Drika Silveira

Alfaiates.

Sim, eles ainda existem!

No ano passado um vídeo circulava pelas caixas de email dos fashionistas, mostrando o processo de produção de ternos em uma fábrica na Turquia. As imagens eram a tradução fiel e literal do termo fast fashion. Os ternos eram confeccionados com a mesma velocidade em que batatas fritas saltam dos balcões de lanchonetes para as mesas dos clientes. Os funcionários da fábrica não eram costureiros, mas sim operadores de máquinas. E isso me fez pensar no trabalho dos alfaiates. Será que eles ainda existem? E se há sobreviventes, será que ainda há trabalho para eles?

Para responder a esses “aindas”, fui conhecer seu Ebenézer, alfaiate há sessenta anos, no bairro do Alecrim. A primeira boa surpresa é que não lhe falta trabalho. Durante mais de duas horas de entrevista, a campainha e o telefone não pararam. Clientes antigos vinham pegar suas encomendas, e os novos ligavam para marcar horário. Um deles é o comerciante Eduardo Mendes, que procurou o alfaiate depois que teve os ternos quase destruídos em uma famosa rede que oferece serviços de costura e consertos. “Tenho dificuldade de encontrar ternos nas lojas. O caimento nunca fica bom, e sempre preciso fazer ajustes. Levei meus ternos a esse lugar famoso para ajeitar, e fizeram um estrago grande. Minha irmã sugeriu então que eu procurasse um alfaiate. Nem sabia se ainda existia isso, mas haviam me dito que tinha um aqui no Alecrim. Vim como quem procura assim um animal em extinção! Ainda bem que consegui encontrá-lo”, comemora.

Seu Ebenézer recebe os clientes com muitas piadas, e vai logo oferecendo um cafezinho. O bom humor e o riso fácil são suas principais características. Quando pedimos que ele faça uma comparação entre o ritmo frenético de produção nas fábricas e o trabalho artesanal do alfaiate, ele se sai com essa: “Eu corto uma calça em 3 minutos, ninguém faz isso mais rápido que eu. Pode procurar em qualquer lugar do mundo! Falaram meu nome até no programa da Hebe, e teve um tempo que queriam me levar para um programa de TV pra mostrar isso” conta, referindo-se ao que deve ter sido o precursor do “se vira nos 30”.

História

Ele nasceu José Tácito Pereira Rocha. O nome Ebenézer – que em hebraico significa “até aqui nos ajudou o senhor”- foi adotado aos treze anos, quando conta ter “ouvido um chamado de Deus”. E se podemos considerar precoce receber um “chamado divino” aos treze, o que dizer de iniciar uma carreira na mesma idade? José Tácito, então aluno da Escola Industrial de Natal, virou Ebenézer na mesma época em que começou a costurar, ainda menino. O curso não chegou a concluir, pois precisava trabalhar. Ele tinha aquela maestria nata, e a certa altura já cortava e costurava melhor que os professores da escola.

Hoje, aos 73 anos, dá risada quando perguntado porque escolheu a alfaiataria. Diz que só conta se “a máquina não estiver gravando” (foi difícil convencê-lo que eram apenas fotografias, nada de filmagem), e com muita insistência, ele confessa: “Naquele tempo lá na Escola Industrial tinha curso de marcenaria, mecânica, arte em couro e alfaiataria. Eu tirei 10 em todas, menos em alfaiataria. Não gostava de jeito nenhum, porque naquela época dava muito boiola! Meu negócio era jogar futebol e não estudar. Como tinha pouca gente querendo ser alfaiate, o professor disse que me dava 20 pontos pra eu ficar em alfaiataria. Pensando em ganhar esses pontos tudinho sem estudar, eu aceitei!”, confessa. E segue “agora tem uma coisa, com seis meses eu já tava colocando o professor no bolso. Coisa de dom de Deus mesmo”.

Ao longo desses 60 anos de carreira, o alfaiate cultivou uma vasta e variada clientela. Já fez ternos para quase todos os políticos potiguares, e até Ulisses Guimarães já vestiu as criações de Ebenézer. Tem clientes que estão com ele desde que começou na profissão. “Tenho cliente já com 90 anos, quando eles não podem vir aqui, eu vou atendê-los em casa”, conta.

Com o trabalho no atelier, Ebenézer criou as duas filhas, e conquistou uma vida confortável. Hoje, por opção própria, vive de forma mais modesta. Ele conta que durante certo período foi um homem vaidoso, orgulhoso dos carros sempre novíssimos que possuía. Mas evita dar mais detalhes sobre essa época. O sigilo é quebrado pela chegada de um amigo que o conhece há décadas. O homem vai logo entregando “quando eu conheci Ebenézer ele andava num carro arrodeado de mulher!”. Nosso entrevistado sorri desconcertado e vai logo tratando de despachar o amigo dedo-duro. Em seguida conta que não gosta de falar sobre esse tempo em que “andou perdido”. E se emociona ao falar que, para ele, o que importa é que “Deus o chamou de volta”. Depois enxuga as lágrimas e abre um sorriso para mostrar o único hábito de vaidade que ainda cultiva. Tira um pente do bolso e passa vagarosamente pelos cabelos, perguntando: “E aí minha filha, ficou bom? Como se pra velho tivesse jeito né?”, e solta mais uma de suas gargalhadas.

Alzheimer

Seu Ebenézer não aparenta a idade que tem. Até o ano passado ainda jogava futebol, “e corria os noventa minutos, escreva aí!”, enfatiza. No momento está longe dos gramados por causa de uma cirurgia de próstata. Mantém a boa forma com uma alimentação sem excessos. “Como pouco, e não gosto de nada gorduroso. Minha mulher adora um queijo de manteiga. Eu não chego nem perto, atleta não come queijo!”, brinca.

Além disso, se mantém longe da televisão (esse sim deve ser um grande segredo de longevidade), diz não gostar da programação da TV aberta atualmente, e quando não está trabalhando, aproveita pra dormir. Nos fins de semana, ele chega a dormir 12 horas por noite, marcadas e contadas no relógio.

Por causa disso tudo, é impossível não se surpreender quando ele conta que tem Alzheimer. “Estou com a mesma doença da minha mãe”, sentencia. Mas seu Ebenézer descobriu uma maneira de driblar a situação. “O médico me disse – leve a vida sempre brincando que você vai enganando a doença. E assim eu faço. Quando eu venho no ônibus que vejo uma criança eu faço logo uma careta. Aí o menino diz: – Mãe aquele velho estirou a língua pra mim. Quando a mãe olha pra mim eu to com a maior cara de velho bonzinho. Depois a criança começa a rir, e isso eu já tiro meu dia todinho na brincadeira”.

Além do bom humor, o trabalho parece ser também uma arma poderosa na luta para manter suas próprias lembranças. Todos os pedidos e as fichas dos clientes, estão escritos em cadernos de capa escura e folhas pautadas, em um sistema que só ele entende. Sempre que esquece alguma coisa sobre um cliente, ele consulta o caderno.

Mais um cliente chega. Uma nova folha do caderno a ser preenchida, e hora de concluir a visita e deixar nosso alfaiate trabalhar em paz. Na despedida, a última piada “Se essa máquina conseguir viver depois dessa, já é uma sorte. Esse tempo todinho tirando retrato de velho, é um negócio sério, viu?”

Antes de ir faço uma ultima pergunta só para confirmar a resposta que já intuía: -O senhor pensa em parar de trabalhar e descansar durante um tempo? “Nunca minha filha! Só quando eu morrer ou minhas mãos endurecerem e eu não puder mais segurar a tesoura.”

É confortante saber que enquanto o mundo produz ternos em larga escala, através de um processo totalmente impessoal, ali no Alecrim teremos durante muito tempo ainda um senhor habilidoso, empunhando sua tesoura e fazendo ternos como antigamente.

(Lembrando que a Revista Salto Agulha pode ser lida aqui no blog, no item Revista do Menu. Ou, se preferir, você pode acessar a versão em PDF. Já quem aprecia o papel, pode pegar seu exemplar impresso nas Lojas Spicy ou Bain Douche do Midway Mall.)

Ceição*

terça-feira, 12 de abril de 2011

*Texto de Ada Lima, originalmente publicado na revista Salto Agulha, que você lê na íntegra aqui. Ada aceitou meu convite para compartilhar uma memória relacionada à moda, e o resultado é puro encantamento nas lembranças que ela tem de Ceição.

"At the sewing machine" - Ignat Bednarik

Ela nunca me deu um abraço: reservada, guardava os mimos para a filha. Mas afagou-me desde meus primeiros meses de vida com peças cuja delicadeza era a antítese do urro elétrico produzido pela máquina de costura Singer.

Maria de Conceição vestia-se modestamente. Em casa, estava sempre de havaianas, camisetas velhas e bermudas. Prendia os cabelos crespos num rabo-de-cavalo ou mantinha-os enrolados ao redor da cabeça, presos por grampos como uma touca. Moça séria, discreta, religiosa, pedia a bênção a vovô – seu tio – e a vovó – madrinha – com a voz suave, estendendo suavemente a mão calejada.

Se, na cozinha, as mãos de Ceição davam conta de pouco além do básico, com linha, agulha e tecido elas faziam maravilhas. Mais as rendas, fitas e bicos da loja da minha tia, dava-se a mágica. Mal vestia as roupas, ainda em casa, eu já me sentia a Rainha do Milho da quadrilha, o destaque do carnaval, a diva da festa de aniversário. As colegas olhavam – de esguelha ou sorrindo, dependendo do grau de amizade – e às vezes tocavam as peças, para depois perguntarem onde vovó havia comprado meu macacão, meu vestido, meu conjunto. “Ela só compra o tecido”, eu respondia, para arrematar depois: “é minha prima Ceição que faz”, cheia de orgulho da parente  que reproduzia com riqueza de detalhes os figurinos das revistas e das novelas.

Então chegou a época – muito temida por vovó – em que comecei a verbalizar, discretamente, minha insatisfação com os babados e bordados. Meu desejo eram os jeans e outras peças, semelhantes às das demais adolescentes, que eu via nas vitrines das lojas. Ceição passou a costurar cada vez menos e não só para mim. “Minha vista é ruim”, dizia, ajeitando os óculos de lentes muito grossas que deixavam os olhos miudinhos. Eu soube por vovó do diagnóstico: glaucoma. E a casa de Ceição foi ficando cada vez mais silenciosa e vazia, sem os montes de tecidos que antes se acumulavam sobre a mesa de costura.

Hoje, as mãos que já me transformaram em princesa, anjo, bruxa e caipira ocupam-se mais de panelas, panos de prato e vassouras. Nem dos cabelos da filha, já quase adulta, cuidam mais. Há quem diga que suas últimas tentativas com a Singer, quase o tempo inteiro relegada a um canto de parede e coberta por um pano que a protege da poeira, não foram bem sucedidas. Bem, digam o que quiserem: para mim, as mãos de Ceição sempre serão de fada.

Ada Lima

CONVITE

E entre as boas novas que me chegaram por email na semana que passou, estava a notícia do lançamento do novo livro de poesias de Ada. Convite que estendo a todos os leitores – do blog e da revista.

A escrita de Ada é verdadeiramente apaixonante, até para quem não morre de amores por poesia como eu. Conto nos dedos da mão -do Lula!- os poetas que me emocionam, e Ada está entre eles.

Então o livro é mais que recomendado.

Amanhã, 19h, na Siciliano.

Nos vemos lá!

Buraco da Catita no blog de Luiz Nassif

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Se tem um lugar legal pra se frequentar hoje em dia aqui em Natal, é o Buraco da Catita.

Foto: Site Natal Online

Lá você pode ouvir música ótima, ver gente interessante e tomar uma cerveja (ok, nem sempre muito gelada, mas isso a gente releva). Tudo isso no bairro mais charmoso da cidade, que ainda é a Ribeira – e esse título ninguém tira dela!

Além disso, a diversidade reina entre os frequentadores. Tem gente de todo tipo, e é onde dá pra fugir do exército de patricinhas de saia bandage e blush bronzeador, que dominam o resto da cidade. Também é especialmente difícil encontrar algum representante da espécie “gordinho nelore” com sua camisa pólo vestida à vácuo. E isso já é atrativo suficiente para me levar a um local huahuahuahua.

Toda essa introdução é só para dizer que lendo o blog do Luis Nassif, vi esse post sobre o Buraco da Catita e achei ótimo que a fama do lugar esteja se espalhando.

Segue o post:

Não saiu sarau em Brasília, mas criou-se enorme oportunidade para blogueiros conversarem com blogueiros de todo o país.

Havia um grupo ótimo de Natal, insistindo para um Sarau na cidade e me falando muito no “Buraco da Catita”, bar onde se reúnem os chorões da cidade, em homenagem a K-Ximbinho, o filho ilustre.

De volta a Poços de Caldas, saí para comer uma pizza com meu primo e parceiro de choro Oscar Nassif de Mesquita, grande físico. Comentei sobre o boteco.

Ele me contou que este ano organizou um seminário internacional de cientistas em Natal – em um Instituto de ciência recentemente transferido para a cidade (não é o de Nicolelis). À noite ele e um colega israelense – co-organizador do encontro – decidiram ir atrás de música local. Penaram para conseguir a dica. Justamente do “Buraco da Catita”.

Lá, encontraram um time de primeiríssima, especialmente o violão seis cordas (alô, alô, natalenses: quem é?).

No relatório final do encontro, o físico israelense recomendou que em todo encontro internacional de cientistas, no Brasil, fosse incluída uma programação de música brasileira local.

No vídeo, os violonistas Danilo Guanais e Álvaro Barros, acompanhados por Antônio de Pádua no pandeiro.

Para quem quiser saber mais sobre a programação do lugar, tem o blog http://buracodacatita.blogspot.com/ e o twitter deles é @buracodacatita

:D

Para os meninos…

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Recebo taaaantos emails e reclamações nos comentários porque eu nunca posto nada de moda para os meninos =(

Mas esses dias de insatisfação masculina chegaram ao fim!

Durante o verão teremos aqui no blog uma coluna de moda masculina em parceria com a Botton. Vou postar no Salto Agulha o mesmo conteúdo que produzirei semanalmente para o novo blog deles.

Além disso, a cada semana teremos também um programinha de TV com temas bem bacanas, e eu estarei atacando de personal fashion on line lá no site da Botton, respondedo às duvidas dos internautas.

Bacana né?

Fiquem agora com o primeiro vídeo, o Noite Feliz Botton, cheio de dicas para o natal:

Para ver mais e ficar por dentro de todas as novidades, salve logo aí nos favoritos o novo blog da Botton http://www.botton.com.br/fresh/blog.php

II Encontro de Blogueiras Spicy

domingo, 17 de outubro de 2010

Na última quinta-feira rolou um encontrinho de blogueiras lá na Spicy.


Foi a segunda vez que a loja preparou um evento especial para as meninas que têm blogs de moda, estilo e beleza aqui em Natal. A ideia é que elas conheçam e opinem sobre a nova coleção, e ainda promover um encontro de gente que muitas vezes se “conhece” apenas no mundo virtual.

A Spicy tem um blog ótimo (www.bolsadalia.com) que está sempre cheio de dicas e novidades pop. Por isso a loja é super parceira desses movimento todo de democratizar a muóda no maravilhoso mundo da internet.

Então vamos às fotos de quem passou por lá:

Fernanda do blog Peça Chave

Dennis que faz o blog Kacarecus junto com a Liih

Mag, blogueira do It Up

Carina do Misturelas

Klecia do Coisas de Klecia

Liih, parceria do dennis no Kacarecus

Hannah do Fashion Desejo

Lara, do blog La Padore

Essas foram as fotos que tirei logo no início, antes que minha câmera descarregasse #fail.

Depois chegaram mais blogueiras, e cada uma escolheu suas peças preferidas para provar. Aí foram muuuuuitas fotos. Olha aí algumas que peguei nos blogs das meninas:

Essa é a Ana Edilza, irmã da Cynthia do Up Fashionista. Não é uma fofa??

Rose do Devaneios Fashion montou esse look navy que ficou lindo!

Fernanda escolheu uma cropped T-shirt a.k.a camiseta curta kkkkkkk

Liih de jaquetinha com ombrismo

E a minha versão repórter entrevistando a Anne do Eu Maquio, para a TV Ponta Negra

Foi tudo muito divertido. As meninas ganharam brindes fofos, e rolou o sorteio de um jeans colorido (quem ganhou foi a sortuda Nara, do Segredos Fashion). Para quem quiser ver os posts das outras blogueiras, aí vão os links:

http://itupgirl.blogspot.com/2010/10/1-encontrinho-oficial-de-blogueiras.html?spref=fb

http://kleciagalvao.blogspot.com/2010/10/look-do-dia-encontro-de-blogueiras.html

http://rosinarab.blogspot.com/2010/10/2-encontro-de-blogueiros-na-spicy.html

http://lapandore.blogspot.com/2010/10/ii-encontrinho-oficial-de-blogueiras_15.html

http://www.decaronanamoda.com/2010/10/2-encontro-das-blogueiras-na-spicy.html

http://www.devaneiosfashion.com/?p=1494

http://www.devaneiosfashion.com/?p=1508

http://kacarecus.blogspot.com/2010/10/2-encontrinho-de-blogueiras-na-spyci.html

http://backstagedasblogueiras.blogspot.com/2010/10/backstage-no-encontro-de-blogueiros-na.html

E por último, meu look no dia (to com abuso dessa palavra “look”. Alguma sugestão de substituto? visual? modelito? kkkk). Fui fantasiada de Dorothy rsrs. Perguntam muito porque não posto fotos minhas por aqui, e a resposta está aí. Não sei fazer carão, e sempre saio com essa cara de bunda nas fotos kkkk.

Fotógrafos que amamos!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Comecei a fazer esse post ontem que era o dia mundial da fotografia, mas estou seriamente debilitada por causa de uma gripe nada fashion, e não consegui terminar de escrever.

No início pensei em listar grandes fotógrafos do mundo todo, que entraram para  a história da moda e da fotografia. Mas aí comecei a pensar em uma coisa mais próxima, gente talentosa que eu admiro aqui bem de pertinho!

Começando pelas minhas fotógrafas da revista Salto Agulha:

Drika Silveira – Esta com certeza não é a melhor foto dela, nem a que mais demonstra o talento da moça, mas é a minha preferida! Faz parte do ensaio em que transformamos uma modelo (Renata Matos) na minha musa Diana Vreeland. Para ver o ensaio incrível e uma matéria sobre Diana, é só pegar o seu exemplar da Salto Agulha em um dos pontos de distribuição da cidade!

Foto: Drika Silveira

Giovanna Hackradt- Gigi é uma danada! Além de ótima fotógrafa ela tem muita informação de moda e curte muito o tema, então está sempre cheia de ideias para editoriais incríveis, como esse:

Foto: Giovanna Hackradt

Giovanni Sérgio: Sou fã desde que comecei a gostar de fotografia. Aqui cabe a frase clichê  ”dispensa apresentações” porque realmente é um grande mestre, como vocês já devem saber. Lançou um livro chamado “As quatro margens do rio”, com imagens belíssimas, e que todo potiguar deveria ter na sala de casa. A foto abaixo eu peguei no twitter da Giovanna, que, olha só, é fillha dele. Talento hereditário, DNA etc e tal rs

Foto: Giovanni Sérgio

Renan Rêgo: Outra cria de Giovanni Sérgio, Renan mora e trabalha em SP. Não o conheço pessoalmente, mas vivo babando com as fotos dele no Flickr. Vejam lá!

Foto: Renan Rêgo

Humberto Lopes: Grande fotógrafo de moda, e pessoa muito do bem! Sabe aquela pessoa ótima de trabalhar? sem stress? É ele! Além de muito talentoso. Fizemos uma transformação inspirada em Amy Winehouse, e publico agora uma das minhas fotos preferidas do ensaio. Para ver o resto clica aqui.

Foto: Humberto Lopes

Canindé Soares: O homem que está em mil lugares ao mesmo tempo. Canindé tem um blog maravilhoso onde registra o dia a dia da cidade através de imagens. Impressionante como ele consegue fotografar tanta coisa, todos os dias. É um excelente profissional e super ético! Acabou de lançar um livro com imagens de Natal, e merece toda a nossa admiração!

Foto: Canindé Soares

Ney Douglas: Ideias diferentes, inusitadas e perigosas, é com ele mesmo! Fotojornalista dos bons, Ney tem um olhar super sensível para clicar imagens que nos despertam os mais variados tipos de sentimentos.

Foto: Ney Douglas

João Maria Alves:  Outro fotojornalista absolutamente incrível! João Maria coleciona histórias ótimas ao longo de muitos anos de carreira como fotógrafo da Tribuna do Norte. Lançou um livro que não vi ainda, mas estou super curiosa. Sou fã e admiro muito o trabalho dele.

Foto: João Maria Alves

E vocês, quais fotógrafos admiram?

Revista Salto Agulha – Uma nova maneira de ver a moda!

domingo, 11 de julho de 2010

Quem lê o blog com frequência e me acompanham no twitter (@gladisvivane) já deve saber que nos últimos meses estive ocupadíssima, trabalhando em um projeto bem especial. Agora finalmente posso dizer que ficou pronto, e o resultado está MUITO BOM!

A revista Salto Agulha é um sonho antigo, que me acompanha desde a faculdade de jornalismo (lá se vão muitos anos, hahaha). Nesse tempo todo, vi surgir em Natal várias revistas de moda, mas nenhuma trazia o que eu queria.

E quando a gente não gosta do que vê por aí, faz o que? Leva a vida em reclamar que  ”ai Natal não tem isso, ai Natal não tem aquilo”, ou corre pra fazer o que acha legal? Resolvi ficar com a segunda opção. E o resultado é uma revista de moda exatamente como eu gostaria de ler – por aqui, ou em qualquer lugar do mundo!

A revista foi feita com apoio da Diginet e da Faz Propaganda, via Lei de Incentivo à Cultura Djalma Maranhão. Será distribuída gratuitamente, e em breve vou anunciar aqui no blog os pontos de distribuição.

Enquanto isso, deixo vocês com a imagem da capa e o editorial:

Arte da capa por Amanda Duarte

Menos adjetivos, mais informação.

Sempre me incomodou a ideia distorcida que a maioria das pessoas tem quando se fala em jornalismo de moda – atire a primeira pedra aquele que não pensa logo em matérias vazias mostrando o closet de dondocas enfadonhas. E a cada conversa com um desconhecido, era mais um monólogo meu tentando explicar que isso é um grande equívoco.

A revista Salto Agulha é a junção de todos esses monólogos, mostrando que a moda está na arte, na história, no design, na literatura, na cultura…

Para a edição especial de estreia, investigamos o passado de Maria Boa – a prostituta refinada que entrou para a história de Natal; produzimos um editorial de maquiagem conceitual; contamos a história de um alfaiate que exerce a profissão há mais de meio século; esmiuçamos a vida da mulher que inventou a profissão de editora de moda nos anos 30; transformamos um astro da Jovem Guarda em um ícone do rock e ainda convidamos escritores para compartilhar suas memórias nas páginas da revista.

Isso tudo é moda!

E você aí torcendo o nariz e esperando ler mais uma besteira sobre “as cores da estação”, hein?

Aliás, é bom que eu informe também o que não esperar desta revista. Não espere afetação, excesso de adjetivos, o vazio da falta de informação, nem uma vitrine para exposição de egos.

Queremos também que esta seja uma publicação interativa e aberta a novidades. Para isso nossos twitters estão bem ao lado do nome de cada um da equipe. Esperamos receber críticas, sugestões, elogios, reclamações, xingamentos e declarações de amor, e assim vamos moldando a revista,  deixando-a afinada e afiada, bem ao gosto do público que começa a se formar agora.

Vire a página e aprecie sem moderação!