Há alguns meses, fiquei muito feliz com o convite de três – na época ainda – estudantes de jornalismo, para colaborar com uma revista, que seria o trabalho de conclusão de curso delas.
O trabalho foi apresentado, Maria Emília, Silvia e Mariana foram aprovadas, e espero que elas possam dar continuidade ao projeto, que ficou muito bom!
A revista Marias trata de vários temas ligados ao universo feminino – entre eles, moda, é claro.
Minha contribuição foi uma seleçãozinha de clássicos da moda, aqueles atemporais e imortais.
Além disso, a revista traz uma entrevista ótima com a Jojo do Um Ano Sem Zara, e muitas outras pautas interessantes.
Para ler tudo, clica aqui.
Desejo todo sucesso às novas jornalistas, e espero que elas consigam manter esse gosto pela moda, para que a gente tenha cada vez mais pessoas tratando o jornalismo de moda de forma séria na nossa cidade.
Acho que já cometei com vocês sobre os emails que recebo diariamente de estudantes de jornalismo/publicidade/design, apaixonados por moda, e querendo saber o que considero necessário para quem quer começar a trabalhar com jornalismo de moda.
Cada caso é único, e não há uma receita pronta que funcione para todo mundo.
Mas, basicamente, é preciso saber escrever (escrever BEM, sem assassinar o português, sem afetações e gírias “baphonicas” de blog) e ter um bom conhecimento sobre as mais variadas temáticas ligadas à moda. Isso você consegue lendo, pesquisando, estudando, tendo sempre um olhar atento para o mundo ao seu redor.
É interessante também que você direcione seus interesses e sua produção acadêmica, ainda na faculdade, para o que você quer ter como profissão num futuro breve.
Foi que fiz quando criei a revista Salto Agulha - que foi meu TCC em jornalismo, e foi, digamos, meu primeiro passo no sentido de abraçar a moda como profissão.
Foi o que fizeram as “Marias”, e pode ser o que você, estudante que está me lendo agora, fará também.
Então procure saber o que os alunos estão produzindo nas faculdades, tente ter você uma boa ideia, invista nela, estude, abrace-a, e ela poderá ser seu ganha pão.
E quem não quer trabalhar com o que ama?































