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Humor do dia

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Desmatamento fashion

Recebi por email, mas não dizia a autoria.

Alguém sabe de quem é a assinatura ali?

De-ses-pe-ro*

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

*crônica originalmente publicada na Revista Versailles 17.

“Só conhece o real significado da palavra desespero, a noiva que, já na porta da igreja, derramou uma taça de vinho tinto no vestido”. Tenho uma amiga que adora repetir essa sentença. E o faz com muita propriedade, já que essa mini-tragédia aconteceu de fato com ela.

Eis que a moça estava já na escadaria da igreja, embrulhada num vestido branco alvíssimo. Era “a noiva mais linda do mundo”, porque todas as noivas o são. Um vestido de festa é, quase sempre, uma paixão na vida “modísitica”de uma mulher. O vestido de noiva é O grande amor da vida dela. Para a minha amiga, a história de amor com o vestido tinha mais tempo que a história de amor com o noivo. O namoro nem havia começado, quando ela encontrou e comprou o que definia como “o vestido de noiva mais incrível do mundo”. Nós achamos uma atitude completamente insana, mas, dois anos depois da compra – e um ano após encontrar o noivo – ela estava ali, prestes a entrar na igreja. Mais cedo, havia trocado o tradicional champagne que é servido durante o banho de espuma do “dia da noiva”, por um belo tinto seco – sua bebida preferida. Uma das moças do cerimonial manteve a garrafa e uma tacinha sempre à vista. A noiva estava nervosa pelo Grande Dia, e tinha, digamos, uma quedinha pelo álcool. Minutos antes de dizer o Sim, quis sorver um último gole – para entrar na igreja mais relaxada. Pronto! no instante seguinte o vestido exibia uma imensa mancha roxa. De-ses-pe-ro. O momento Heleninha Roitman custou caro.

Não deu tempo nem de chorar o vinho derramado. A moça do cerimonial colocou a noiva pra dentro da igreja dizendo “não sujou muito, nem dá pra ver direito”, e ela casou assim mesmo.

Dava para ver direito. E mais: ninguém conseguia olhar para outra coisa durante a cerimônia. Nem o padre.

O jeito foi pedir ao fotógrafo que imprimisse todas as fotos do casamento em preto e branco. A ausência de cor disfarçava um pouco a “estampa” indesejada no vestido.

Depois desse episódio, a noiva – agora esposa- trocou de bebida predileta, e planeja uma nova festa matrimonial. O objetivo é fazer muitos registros fotográficos coloridos, para compensar a overdose de preto e branco do primeiro evento. O problema é que o marido não está nem um pouco a fim de fazer (e gastar) tudo de novo. O melhor acordo que ela conseguiu foi a promessa de uma nova festa quando o casal estiver comemorando bodas de prata. Até lá é aguardar, tentar se manter jovem para as fotografias, e cuidar para que não entre vinho tinto na comemoração.

Serão 25 anos de espera. Pensando nisso ela se desespera. Mas lembra que desespero não é a palavra adequada. Desespero mesmo, vocês sabem o que é.

Crédito da imagem: GettyImages

Inspiração do dia…

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Recebi essa imagem por email há alguns dias, até postei no twitter (@gladisvivane, segue lá!), mas sempre que alguém vê isso no meu computador gera uma grande comoção rsrs

Então resolvi postar aqui no blog também né…

Olha que inspiração gente, toda trabalhada no animal print! kkkkk

Quem nooooonca?

 

Walt Disney já sabia

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Rolou agora no twitter  uma brincadeira comparando o casamento mais comentado dos últimos tempos, com o casamento da Cinderela da Disney.

Não sei a autoria, mas foi perfeito!

Seria o Walt Disney a nova (velha) Mãe Dinah?

Tutorial de maquiagem

sábado, 8 de janeiro de 2011

Em meio a tantos tutoriais bestas que o povo posta nos blogs – sério, já vi um tutorial ensinando “como passar batom”. Oi?! – eis que surge um tutorial útil de verdade.

Tutorial de maquiagem para a mulher manguaceira, por Carol Zoccoli huahuahuahuahua.

E como o fim de semana tá aí e a gente quer mais é fazer a Heleninha Roitman, enjoy it!

Humor do dia

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Se você é daquelas que adoooooora colocar a letra dessa música como sua descrição em perfis de redes sociais, pense duas vezes ok?

Podemos achar que você se refere a outro Jorge.

*Meu não-vestido dos sonhos.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

*Texto originalmente publicado na Revista Versailles. É a versão bem humorada de uma situação dramática. Historinha real viu meninas?

Roma 1970's (Helmut Newton)

Sabe aquele samba famoso, dos versos “com que roupa eu vou/ pro samba que você me convidou”?  Pois bem. Se até o poeta Noel Rosa viveu um momento dilema-fashion, quem sou eu para escapar ilesa da dúvida na hora de escolher o modelito perfeito, para uma ocasião especial?

Toda mulher, em algum (s) momento (s) da vida passa por isso. Agora imaginem uma jornalista apaixonada por moda, tentando escolher o que vestir na noite de lançamento da revista que idealizou, escreveu e editou.  Uma revista de… moda, é claro!

Essa era eu, o retrato do desespero, às vésperas do lançamento da minha revista, sem roupa para usar na Grande Noite.

Durante meses escolhi roupas para as fotos dos editoriais, dirigi fotógrafos, modelos e maquiadores, coordenei a diagramação, editei textos, escrevi, escrevi e escrevi. Mas só depois, com a revista já em mãos, é que lembrei que em poucos dias haveria o lançamento. O momento de mostrar a publicação ao mundo – ou aos meus convidados, o que já era um pedaço importante do meu mundo. E nessa hora pensei que o figurino daquela noite tinha que ser muito especial.

Aí começou meu calvário. Com pouco mais de um par de dias para encontrar um modelo absolutamente fabuloso, peregrinei sem sucesso pelas lojas da cidade. Até que um dia Ele me encontrou. O vestido. Enquanto eu pagava o ticket do estacionamento em um shopping, senti que me olhava, e olhei de volta. Era lindo. Leve, longo, colorido, alegre, volume discreto nas mangas, de corte império e com um longo decote nas costas. Quando nossos olhares se cruzaram, lembro de ter visto uma brisa sacudir levemente seu tecido, num balanço romântico e irresistível. Mas aí posso estar fantasiando, já que acabei de me dar conta de que os shoppings são caixas de concreto com ar refrigerado, e nenhuma brisa corre ali. Mas ok, me deixem romantizar o momento.

Caminhei hipnotizada até Ele, e pedi para provar. Aí meu mundo veio abaixo. Com uma indiferença gélida à história de amor que começava ali, a vendedora – com aquela entonação na voz que só elas têm – sentenciou: “Onlhan, é peçan únican, não podje tirar da vitrineam”.

Oi?! Que espécie de loja expõe algo que não pode ser nosso? Que nos conquista, mas não está disponível? Achei um absurdo. Argumentei, implorei, expliquei a situação, disse que estava apaixonada, me prontifiquei a pagar a mais pelo vestido, ofereci propina… e nada! Nada a fez mudar de ideia!

Mas havia uma luz no fim do túnel. A vitrine seria trocada no dia seguinte, mesmo dia da minha festa. Era arriscado esperar, melhor seria comprar logo outro. E se não vestisse bem? Ora, se Ele não me servisse, não teria me paquerado daquele jeito! A vendedora ficou de me ligar no dia seguinte – quando trocasse a vitrine – e resolvi esperar.

Como ela não ligou, liguei eu. Do outro lado da linha: “tiramox da vitrineam, podje vir provar”. Aleluia! Como eu esperava, ficou perfeito. Feito para mim. Quando nos tocamos – eu e o vestido – nossa paixão foi confirmada. Já me dirigia ao caixa para pagar, quando a vendedora fez meu mundo cair pela segunda vez, e dessa vez sem possibilidade de levantar: “não podje levar, porque tem maix cinco pessoans na fila dje esperan pra provar o vestidon”. Naquela hora eu entendi porque as chacinas acontecem, e vocês já devem imaginar qual era o meu desejo, né?

Achei que seria muita humilhação passar o dia na loja esperando mais cinco pessoas provarem o vestido, até porque eu nem poderia fazer isso. Em poucas horas tinha que estar na minha festa. Olhei pela última vez para o meu vestido, ergui a cabeça, torci para que nenhuma das outras clientes efetuasse a compra e a loja amargasse aquele prejuízo pra sempre, e fui embora. Não foi a minha primeira história de amor não concretizada, e não seria a última. Como sempre, eu sobreviveria.

Entrei em outra loja e comprei o primeiro vestido que me caiu bem. A vendedora desta segunda loja não parava de me fazer “elogios de vendedora”, aqueles tão verdadeiros quanto uma nota de duzentos reais. Quis atirar nela também. Uma vítima a mais para a minha chacina.

Segui em frente. Meu mau humor persistiu até o local do lançamento. Mas foi só colocar meus pés lá dentro, que tudo mudou. As revistas empilhadinhas e espalhadas pelo salão, fizeram meu olho brilhar. Todos os meus amigos estavam lá, e muita gente que nem conheço também estava. Outro tanto de gente que admiro se derramava em elogios à revista. Gente exigente, que não estava ali somente para agradar. Tudo foi maravilhoso. Um dos dias mais felizes da minha vida, perdendo só para o nascimento do meu filho. Opa, eu não tenho filhos! Então foi O dia mais feliz da minha vida. Primeiríssimo lugar.

E então eu aprendi uma lição que quero compartilhar com vocês, que estão sempre à procura de vestidos especiais para festas maravilhosas: É só roupa gente. É só linha e tecido. A festa vai ser perfeita se tiver que ser, independente do pano que te cobre.

Amizade

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Recebi isso por email da minha amiga Manu Albuquerque, e não resisti! Tive que postar aqui.

É fofo gente!

“Amiga que é amiga protege”

#EURI do dia. Ou, isso é que é bom dia!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

huahuahuauahuahuahuahua

Danielinha Nariz- de-Michael-Jackson Albuquerque é sempre ótima!

O blog é fã dela, desde esse episódio aqui.

Coisinha bizarra do dia

terça-feira, 22 de junho de 2010

O esmalte é o novo batom, todo mundo já sabe.

As meninas agora colecionam frasquinhos de todas as cores e marcas, e o hábito de fazer as unhas semanalmente parace que é coisa do passado -principalmente entre as adolescentes. Na era do do it yourself elas fazem as unhas sozinhas, e muitas trocam de esmalte todos os dias! Sabe como é né, tem que combinar com o look do dia…

As unhas “diferentinhas” também pipocam por aí. O Youtube está cheio de tutoriais de unhas decoradas com adesivos, cristais e mais um monte de coisas.

Eu acho unha decorada o que há de mais feio nessa vida, mas – já dizia o ditado – gosto é igual a bunda, tem gente que nasce sem… kkkk

Daí vi essa coisinha bizarra num link postado no twitter pelas Lojas Rio Center (@lojasriocenter) e achei que vocês também mereciam ver:

Como se não bastasse o queijo, tem um rarinho nojento em cima! Ecaaaaaa!!!