Os doces sapatos da Shoe Bakery ♥

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sapatilha de sorvete Esse post é para quem ama sapatos com uma boa dose de criatividade e design interessante. Conheci a Shoe Bakery no Instagram, quando alguma blogueira gringa postou a foto de uma sapatilha com carinha de sorvete. Na hora achei a coisa mais fofa do mundo e fui atrás de quem produzia essas gracinhas.

Por coincidência, a designer que criou a marca vive em Orlando e, como eu estava por lá também, entrei em contato com ela para fazer uma entrevista. O problema foi que nossas agendas nunca bateram e nós nunca conseguimos nos encontrar pessoalmente. Mas trocamos vários emails, eu comprei a flat dos meus sonhos e soube um pouco da história dela.

sapatos shoe bakery

Chris Campbell é a mente criativa que uniu doces e sapatos para criar essas peças lindas. Ela conta que sempre foi apaixonada por sapatos e que adorava peças diferentes, que se destacassem pelo design. Como ela é também um apaixonada por doces e confeitaria, pensou que unir as duas paixões – shoes + bakery – daria liga.

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Assim ela começou a criar esses sapatos lindos, que são feitos artesanalmente e levam até seis semanas para ficarem prontos. Como o trabalho é manual e a procura pelas peças vem crescendo, demora um tantinho para eles chegarem aos seus pés. Mas quando o carteiro chega com aquele pacotinho branco e pink, é só alegria!

Os preços das peças variam de 70 a 350 dólares e a Shoe Bakery não tem loja física, só vende através do site. A boa notícia é que eles entregam no mundo todo \o/

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Ah! E você pode encomendar algum modelo especial, inspirado no seu doce preferido, ou colocar em prática alguma ideia em parceria com a Chris. Tem uma área no site para criar o seu sapato exclusivo. Acho uma ótima ideia para uma ocasião especial como festa de casamento, seu aniversário ou outra grande data.

A minha escolhida foi a Ice Cream Flat, com textura de casquinha de sorvete e cobertura cor de rosa. Custou U$ 150,00 e é a coisa maaaais linda do mundo ♥

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Fiquei em dúvida entre esta e o outro modelo da mesma cor, mas com bico fino. Acabei me decidindo pelo formato tradicional porque, nó pé, mostra mais esse efeito “casquinha de sorvete” que eu acho que é o charminho maior do sapato.

Não sei se dá pra ver direito na foto, mas isso não é uma estampa. É uma textura em 3D! A casquinha tem relevo e a cobertura também. Por isso mesmo a peça é delicada e eu fico com medinho de usar em dias de chuva ou quando vou pisar em terrenos mais “difíceis” tipo lama e cia 😛

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Mas, vale a pena pagar carinho para ter um sapato que não é dos mais resistentes? Na minha opinião vale sim, porque é uma peça super diferente e com um trabalho criativo lindo. Um sapato único! É impossível eu sair de casa com a minha flat e não ouvir milhões de perguntas sobre ela. Além disso, uma fofura dessas deixa qualquer look muito mais interessante.

E é confortável? Essa era uma parte que me botava muito medo, porque tudo machuca meus pés. Mas, SIM, a sapatilha é bem confortável. Meu número é 36 no Brasil e o 7,5 americano ficou perfeito. Nem apertado demais nos dedos como costuma acontecer, nem folgado ao ponto de sair do pé. Na medida!

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Para saber mais sobre a Shoe Bakery e ver todos os modelos, é só dar uma olhada no site da loja. E aguardem muitos looks por aqui com a minha Ice Cream Flat ♥

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Lane Marinho e as sandálias mais lindas do mundo

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lane-marinho Eu passo grande parte do dia em frente ao computador. Muitas horas trabalhando, outras tantas procrastinando, mas sempre lendo mil coisas sobre moda e design, que são assuntos que eu nem preciso falar que prendem muito a minha atenção, né?

Pois bem, quando a gente lê e vê muita coisa sobre moda, depois de um certo tempo a gente se acostuma a ver sempre o mesmo tipo de coisa. A vida segue linear, a gente vai clicando em vários links, vendo vários produtos parecidos, até que… BUM! Uma coisa como o trabalho de Lane Marinho pipoca na sua timeline e você fica assim, sem fôlego, com os olhinhos brilhando e pensando “que coisa mais incrível!”.

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A moça é baiana, mora em São Paulo, trabalhou como designer em algumas grandes empresas do segmento de calçados e largou tudo para se dedicar a um projeto experimental de fazer sapatos artesanais. “Largou tudo” não é a expressão correta para se usar aqui. “Abraçou tudo” seria melhor, pois foi isso que ela fez. Abraçou um ritmo de produção diferente da manufatura, trabalhando em casa, fazendo tudo com as próprias mãos. Do desenho aos acabamentos.

Cada sapato que ela faz é único. Até mesmo um pé pode sair um pouco diferente do outro e isso não é – absolutamente – um defeito. É um charme e tanto! Os modelos levam dias para ficarem prontos e custam, em média, R$ 600,00.

Além dos sapatos, Lane também faz pinturas belíssimas – que você pod ever no site mas não estão à venda – e monta cenários lindos, cheios de elementos naturais e combinação de cores para fotografar as sandálias. O Instagram dela é um sonho e vale a pena seguir (@lanemarinho).

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E, como se não bastsasse ser tão talentosa, a moça é também muito querida. Entrei em contato com ela para fazer essa entrevista e ela foi um doce. Quando voltar pro Brasil quero entrevistá-la pessoalmente! Por enquanto, vamos saber mais um pouquinho da história de Lane Marinho e desses sapatos incríveis…

 

Me fala um pouco da sua infância e da sua adolescência, Onde você nasceu? Você já tinha uma aproximação com arte?

Sou baiana, de Salvador e minha infância se dividiu entre a vida na capital e as férias no interior do estado, onde meus pais nasceram. E desde pequena tive contato com desenho e também com atividades manuais como bordado, crochet e costura. E segui assim, sempre experimentando com as mãos.

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Qual é a sua formação e como começou a sua vida profissional? Sempre esteve no meio de design/criação ou fez alguma coisa totalmente diferente?

Eu comecei estudando Design Gráfico em Salvador, depois me transferi pro Sul do país, onde cursei Design de Produto. Mas sempre fui muito curiosa e buscava meios de experimentar além do que a faculdade permitia, de forma autodidata. Com cursos cada vez mais teóricos e menos práticos no Brasil, sentia necessidade de continuar a usar as mãos: costurar, bordar, cortar, colar. E fazia isso fora da faculdade, em qualquer tempo extra. Acho que minha formação aconteceu mais na vida do que nas salas de aula. E entre estudos e trabalho, passei quase 10 anos trabalhando em grandes empresas de sapato, como Grendene e Grupo Arezzo (marcas Schutz e Alexandre Birman).

Como começou esse trabalho tão delicado com os sapatos? Como foi o início?

Eu decidi experimentar materiais novos num tipo de produto que eu já estava em contato há muito tempo. O projeto nasceu de forma orgânica, sem muito planejamento, mas com muita vontade de testar. A idéia nem é mesmo ter uma “marca” no sentido convencional da coisa – coleção inverno-verão / loja própria / showroom / pronta-entrega, etc. A vontade era mesmo de experimentar fazer sapatos, depois de passar 10 anos desenhando e acompanhando a manufatura. Queria ver no que ia dar se eu projetasse o produto e executasse a idéia depois, com minhas próprias mãos (que é diferente do “mandar-fazer”). Por isso chamo o projeto de experimental, já que aprendo enquanto faço.

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Que materiais você usa? Quanto tempo demora para um par de sapatos ficar pronto?

Todo o processo é artesanal: É tudo cortado e feito à mão, incluindo as solas, os saltos, tudo. Por isso cada par leva em média 48 horas pra ficar pronto. Alguns levam 1 dia inteiro só pra bordar. E mais 1 dia pra cortar e montar. Nas flats uso couro tipo soleta, que é couro bovino, aquele mais duro. Uso este couro que é quase sem tratamento algum. E, basicamente, cordas, pedras naturais (como jade, howlita, corais), conchas verdadeiras, pérolas e aquele tecido quadriculado que é talagarça, um tecido-base para trabalhos de ponto arraiolo e tapetes.

Você acredita que esse tipo de produto, de produção artesanal, mais carregado de significados, é uma nova tendência de consumo? As pessoas querem desacelerar e ter algo mais especial? (Essa última é mais uma vontade minha disfarçada de pergunta hahahahaha mas queria saber sua opinião sobre isso).

Eu acredito que sim. Acho que é uma tendência de “estilo de vida” menos acelerado e mais consciente.  E que isso traga um período de paz e menos “angústia-consumista”. Eu torço por isso. Ter menos e ser melhor, talvez seja essa a chave da felicidade.

 

Estou com essa frase dela na cabeça há dias… “ter menos e ser melhor”. Espero que toque vocês também e que vocês se encantem tanto quanto eu com esse trabalho.

Para quem  quer ver mais modelos e/ou encomendar o seu par, eis o site da moça www.lanemarinho.com

(E se você gostou dessa matéria, talvez se interesse também pelo trabalho de Espedito Seleiro, sobre o qual eu falei aqui)

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Grife do cangaço*

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*Matéria feita por mim para a revista digital Living For. Gente, eu amei muito escrever esse texto! Sempre admirei o trabalho do Mestre Espedito e foi delicioso escrever sobre ele. Quem ama a estética do sertão e todo o significado que ela carrega também vai curtir 😉

 

Se o hábito faz o monge, é Seu Espedito Seleiro quem ajuda a fazer o cangaceiro. Essa história começa na cidade de Nova Olinda, Cariri Cearense, quando Espedito Veloso de Carvalho era ainda um menino de oito anos. O pai dele – assim como o avô e  o bisavô – era vaqueiro e seleiro. De dia estava embrenhado no meio da caatinga correndo atrás do gado. À noite acedia a lamparina no alpendre e virava artesão. Fazia selas, chapéus, peitorais, perneiras e gibões de couro. Toda a indumentária do vaqueiro, uma espécie de armadura de couro. Na época era comum que o próprio vaqueiro confeccionasse suas vestes. Ou ao menos tentasse uma vez. Se levasse jeito, acumulava os dois ofícios. “Casa de pai escola de filho”, é o ditado que Seu Espedito Seleiro sempre usa para justificar a escolha da profissão que exerce até hoje, aos 74 anos, e que lhe rendeu o sobrenome. “Eu segui os passos do meu pai, do meu avô e de toda a família deles. Mas só segui com o couro mesmo. Ser vaqueiro não levo jeito, não. Tentei uma vez, pra nunca mais! Era só pra cair mesmo”, lembra emendando com uma gargalhada. O talento que ele não herdou para ser vaqueiro, veio em dobro para ser artesão. Desde cedo ajudava o pai e era “astucioso”, como se diz lá pelo sertão.

Durante muito tempo o pai de Espedito fez as peças em couro que vestiam os cangaceiros da época. Tudo começou quando um belo dia ele recebeu uma encomenda diferente: “Um rapaz passou lá em casa e pediu pro meu pai fazer um modelo de ‘alpercata’. Disse o jeitinho que ele queria, de couro, com o solado quadrado. Ele perguntou: o senhor faz? Meu pai disse: faço”, conta. Ao receber a encomenda, antes de pagar, o rapaz fez uma revelação: A sandália não era pra ele, era uma encomenda do ex-coronel da guarda nacional Virgulino Ferreira da Silva, o famoso – e temido – Lampião. “Meu pai teve foi medo, mas vendeu a sandália. Fez o trabalho, né?”

A partir daí Lampião virou cliente assíduo. É importante dizer que o traje era parte importantíssima da vida do cangaceiro. Primeiro porque oferecia a proteção necessária para viver no ambiente pouco confortável da caatinga. Depois, porque oferecia alguma possibilidade de camuflagem. As sandálias com o solado quadrado serviam para despistar a polícia. Quando os soldados examinavam as pegadas, era impossível descobrir para qual direção os cangaceiros haviam ido. Mas há também outra questão que torna a indumentária tão importante para aqueles homens e mulheres. No livro Estrela de Couro – A Estética do Cangaço [2010] o pesquisador Frederico Pernambucano de Melo cita o que ele chama de “blindagem mística”, que  seria uma espécie de proteção (não só física, mas também espiritual) que os cangaceiros creditavam a cada peça e detalhe de seu ornamentado figurino. Desenhos, arabescos em couro, patuás, penduricalhos, cada um tinha uma função, além do vestir e adornar. Somado a tudo isso ainda existia a vaidade natural dos bandos. No mesmo livro, há uma passagem onde o autor diz que “o bando de Lampião, sobretudo nos anos 1930, possuía preocupações estéticas mais frequentes e profundas que as do homem urbano moderno”. O próprio Lampião gostava de bordar à máquina e o fazia como forma de premiar os seus discípulos preferidos. Quando um cangaceiro do bando ganhava a confiança do Coronel, era comum que recebesse alguma peça bordada de presente, confeccionada por Lampião.

A indumentária do cangaço era tão marcante que há relatos de que até a polícia se deixou seduzir pelo street style da caatinga e passou a vestir de forma semelhante. Situação que fez um comandante emitir comunicado oficial proibindo os soldados de usarem qualquer coisa que não fizesse parte do uniforme em vigor, tais como “cartucheiras cowboy, chapéus exagerados à Lampião, enfeites amarelos nas bandoleiras e alpercatas de todo enfeitadas”, como consta em documentos oficiais da época.

 

Depois dos cangaceiros, sapatos pras madames

Em meados de 1938, na cidade de Angicos, interior de Sergipe, foi dado cabo de Lampião. A morte ao lado de Maria Bonita, sua companheira de jornada, e mais nove cangaceiros era o desfecho da determinação do então presidente Getúlio Vargas de eliminar qualquer foco de deserdem do território nacional, que desafiasse as autoridades policiais e o sistema politico centralizador do seu regime. E Lampião, dos três subgrupos de cangaceiros que vagavam em busca de justiça, emprego e cidadania, fazia parte do que era considerado mais perigoso: o dos dependentes, com características de banditismo.

Com o fim da luta revolucionária, a clientela voltou a ser composta apenas por vaqueiros. E foi essa freguesia que Seu Espedito herdou do pai. As selas e as roupas encouradas que ele confeccionava em Nova Olinda e levava para vender nas feiras da região faziam muito sucesso. Conversando com o artesão dá para entender de onde vem a preferência dos vaqueiros por suas peças. “O vaqueiro gosta de ‘tá’ o tempo todo vestido de vaqueiro. Aí a roupa tem que ser boa pra ele ficar bem o tempo todinho. Se você faz uma roupa feia, sem jeito, os outros vaqueiros ficam falando do cabra”, explica, e, sem perceber, aclara o diferencial de sua confecção: ergonomia e modelagem.

Mas o tempo foi passando, o gado sumindo e os vaqueiros também. De uns anos pra cá o vaqueiro trocou o cavalo pela moto e o chapéu de couro pelo boné – sempre com alguma propaganda de político. Não há mais o trabalho de entrar na caatinga atrás de uma reis desgarrada. As poucas cabeças de gado que ainda se criam no Cariri estão dentro dos currais. É uma profissão em vias de extinção.

Seu Espedito chegou a achar que o artesanato em couro também iria acabar. E nutria com tristeza uma vontade de mostrar seu trabalho pro mundo, antes que as novas gerações desconhecessem totalmente o artesanato sertanejo. “Eu pensava comigo, meu Deus, será que ninguém vai dar fé d’eu? Eu sei fazer esse trabalho tão bonito, que aprendi com meu pai, que aprendeu com o pai dele, e por aí vai. E será que eu nunca vou mostrar isso pro mundo?”, confidencia o artesão. E eis que um dia alguém encomenda uma sandália igual àquelas que o pai de Seu Espedito fazia para Lampião. O boca a boca pela região espalhou e de vez quando alguém aparecia querendo uma sandália “estilo Virgulino”. Mas ainda não era o reconhecimento que Seu Espedito merecia.

 

Ingresso no calendário da moda

Aos poucos ele foi ganhando fama pelo interior do Nordeste como “o sapateiro de Lampião”. Até aí sem grande repercussão além das fronteiras do Cariri. Até que recebe um encomenda importante: a Cavalera queria usar as sandálias de Seu Espedito no desfile da São Paulo Fashion Week, no verão 2005/2006. Uma mexida no design, uma cor aqui, outra ali, o estilo foi mantido, mas com uma pitada de modernidade. E as sandálias do “sapateiro de Lampião” foram parar na passarela mais importante para a moda do país. O resto da história não é difícil imaginar: as criações de Seu Espedito caíram no gosto da gente da moda e ficaram conhecidas no Brasil inteiro e até no exterior.

Gganhou as telas do cinema um ano mais tarde. Na sétima arte, Espedito calçou e vestiu o ator Marcos Palmeira, protagonista da película “O homem que dasafiou o Diabo” – uma adaptação do romance “As pelejas de Ojuara”, do escritor Nei Leandro de Castro. Além do vestuário, incluiu móveis na produção. Só não mexia com a madeira, mas o revestimento em couro era todo cortado, costurado e pintado por ele com anilina.

Hoje ele produz bolsas, sandálias, botas, sapatos, cintos, malas, bijouterias e tantas outras peças em couro. Até alguns móveis entram na produção. Tudo com aquela carinha de sertão, mas com o toque da criatividade de Seu Espedito, que parece não se esgotar. Cada peça é única e diferente da outra. E o repertório dele não acaba. O ateliê dele em Nova Olinda já é ponto turísitco da cidade. Foi ele também quem vestiu Marcos Palmeira para o papel de Ojuara, na adaptação para o cinema do livro de Nei Leandro de Castro.

Seu Espedito passeia entre a tradição e a modernidade com maestria. O design das peças que ele cria é incrível justamente por aliar tão bem o design do cangaço com os anseios estéticos de quem consome moda contemporânea. Essa é a força e o encantamento da obra dele.

Imagem da matéria publicada na Living For

PS.: Todas as fotos foram feitas na exposição sobre Espedito Seleiro que esteve em cartaz no Museu do Objeto Brasileiro, em São Paulo, até semana passada.

PS2.: Vale a pena baixar a revista no seu tablet para conferir a matéria completa. O trabalho gráfico ficou bem bonito casadinho com o texto. Tem os links de todas as edições da revista aqui.

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Visitando a Carolina Martori

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Desde que descobri a modelagem especial da Carolina Martori, não largo mais os sapatos de lá.

Adoro principalmente os modelos que têm uma “almofadinha” no calcanhar. São muito confortáveis e não fazem calo de jeito nenhum! Lembram que falei desse sapato aqui?

Semana passada fui ver as novidades da loja e fotografei os modelos que mais me agradaram.

A sapatilha nude tem o “truque do conforto” e é bem básica e linda:

Bolsa e sandália com estampa floral, bem colorida. Achei linda! Pena que o salto é muito alto pra mim…

Anabela, o salto que eu mais amo! E essa combinação de cores está linda:

A rasteirinha, com detalhe bem delicado:

Agora os modelos em estilo navy. Esses eu queria ficar com todos!

A anabela, que eu já falei que adoro…

E a minha escolhida, essa com detalhe dourado. O bacana é que você pode usar com ou sem a correntinha ♥

A loja fica no Natal Shopping e você também pode comprar online aqui.

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