A moda ladylike da Afer

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É oficial, gente! Achei uma loja que é a minha cara em São Paulo  ♥

Imagine um lugar que tem todos aqueles modelos que eu amo: saias godê, vestidos de cintura marcada, cigarretes coloridas, muitas bolinhas, estampas florais, listras… Esse paraíso existe e, não só isso, é na rua da minha casa! Hahahahaha

Vamos saber um pouco da história da loja (e dar umas boas risadas com o meu gif , agregando valor ao post :D)

A Afer foi pensada e criada pela estilista Andrea Ferreira, que – olha só – morou muitos anos em Natal!  [Coincidências existem? :)]

Daí ela mudou pra São Paulo e, 26 anos atrás, criou a Afer. O estilo da marca é bem ladylike, com aquela modelagem delícia que deixa  a gente com cintura fininha e carinha de Mad Men. Peças clássicas – mas nem um pouco caretas – que você compra com a certeza de que vai usar pra sempre.

Pra vocês terem uma ideia, tem modelos de vestidos que eles fazem há 25 anos, só mudando cores e estampas, e continuam super atuais. Veja aqui alguns exemplos dos modelos, que levam nomes de divas como Maria Callas e Brigitte Bardot.

Outra coisa que eu amo na Afer é que eles têm ateliê próprio e produzem tudo o que vendem. Eu fico P da vida de pagar R$ 100,00 numa peça que foi produzida na China por centavos de dólar, sabe?

Cada vez mais tenho procurado comprar coisas que sei de onde vêm e como são produzidas. E acho muito mais valioso pagar por um produto assim.

Tanta coisa linda e pertinho da minha casa, mas só fui descobrir a loja depois de sete meses de São Paulo, graças a uma amiga que me falou que o lugar era a minha cara (obrigada, Paty! :D)

Fotografei rapidinho algumas peças no último fim de semana, mas é tanta coisa legal que renderia post pra um ano!

Semana passada a Afer fez um bazar e eu arrematei esse vestido floral marvijoso.

Estou louca pra usar!

Se você também gosta desse estilo com um arzinho vintage, vai amar a Afer!

Tem duas lojas em São Paulo –  uma em Pinheiros e outra em Moema. Seguem os endereços:

 

Rua Artur de Azevedo, 1199
tel. 11 3628 2971

 

Alameda dos Anapurus, 1247
tel. 11 5052 3405

 

E quem quiser acompanhar as novidades, bazares, promoções e ver mais modelos lindos, pode dar uma olhada no site e curtir a página da loja no Facebook .

 

 

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A Mochila do paulistano*

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*Texto de Vanessa Barbara, publicado na Folha de São Paulo. Me mandaram esse texto, achei muito bacana e resolvi reproduzir aqui. Nunca me imaginei andando por aí de mochila – até que um dia vim morar em São Paulo. Agora, em três meses de cidade nova, minha mini coleção já tem três modelos diferentes de mochila. Uma mais esportiva e grandona, uma bem clássica, de couro, para usar no trabalho e uma arrumadinha que dá até pra ir a uma festchenha 🙂

 

Verdade seja dita: há de se respeitar a mochila do paulistano, essa corcunda de chumbo que carregamos por toda parte em detrimento da elegância e da escoliose.

Trata-se de um volume de tamanho médio, pesando de dois a cinco quilos e contendo o indispensável para a sobrevivência em território urbano, a exemplo do cinto de ferramentas do MacGyver.

O item mais importante, armazenado num bolso de fácil acesso, é o Bilhete Único, esse místico cartão magnético que abre as portas para a felicidade do transporte coletivo.

Outro objeto obrigatório é o guarda-chuva pequeno, daqueles que custam R$ 5 e duram uma única chuva. Quanto mais leve, melhor. É recomendável levar também um plástico para embrulhá-lo quando molhado.

Nessa mesma linha, uma resistente sacola dobrável é item de extrema importância, sendo utilizada para armazenamento geral. A minha tem capacidade para transportar um anão.

No departamento de estudo e lazer, incluímos um caderno de anotações e duas canetas (uma pode falhar), um volume de palavras cruzadas e um livro (ou leitor de e-book) de livre escolha.

Antes de embarcar num ônibus como o 177-H, faço questão de comprar na Amazon uns títulos adicionais para o Kindle. Há os que levam tablets e smartphones com joguinhos eletrônicos, mas a bateria pode acabar.

Em caso de calamidade pública (tufão, enchente, queda de meteoro, greve dos metroviários), nada melhor do que estar na companhia de um paulistano, que certamente terá víveres para a temporada (barra de cereal, chocolate, amendoim, sanduíches, frutas, biscoitos, achocolatado).

A garrafa d’água é tão essencial quanto o guarda-chuva, embora o líquido possa chegar à temperatura de chá. E mais: celular, blusa de frio, molho de chaves, manteiga de cacau, presilhas e elásticos de cabelo, porta-moedas, Band-aids, creme para as mãos, lenços de papel, absorventes, lixa de unha, óculos de sol, canivete, espelhinho.

Na carteira, que se assemelha a um tijolo, carregamos dinheiro (para o ladrão), documentos (cópia autenticada), cartão de visitas, cartão do SUS ou do convênio, carteirinha do Sesc, lista de prontos-socorros, cartão telefônico, cartão de crédito.

No meu caso, há também uma quantidade razoável de chicletes, uma caixinha de remédios, pente, lenço umedecido, kit costura, pacotinho de sal, clipes, escova de dente, pasta, fio dental, tesoura, um batom, sabonete líquido e uma lanterninha.

Conheço um sujeito que leva sempre na mochila um short e uma joelheira, “para o caso de rolar um vôlei”, e outro que carrega por aí uma felpuda toalha de banho.

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Descobrindo São Paulo: Onde comprar puxadores

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Quando fui comprar minha penteadeira, ela estava sem os puxadores das gavetas e a moça da loja perguntou se eu tinha puxadores que queria colocar, ou se ela deveria colocar os normais, que a loja usa na maioria dos móveis.

Disse que não tinha puxadores ainda e que queria comprar uns bem bonitos, de preferência de porcelana. Mas expliquei que nunca encontrava do jeito que eu queria.

Aí a moça deu uma dica maravilhosa: A rua Paes Leme!

Fica aqui em Pinheiros mesmo, seguindo na Teodoro Sampaio você passa a Faria Lima e chega lá. A rua inteira é só de lojinhas que vendem puxadores. De todos os tipos, formatos, cores e tamanhos!

Olha alguns que gostei e fotografei…

A variedade é tanta que fica difícil escolher qual levar =/

Fiquei super em dúvida entre os dois primeiros lá de cima, mas acabei trazendo só o das flores azuis.

E o preço é bem bom, cada puxador custa entre R$ 5 e R$ 12,00.

Os meus escolhidos:

Ficaram a coisa mais linda do mundo na minha penteadeira amarela 😀

Depois vou fazer um post com ela arrumadinha e como está ficando o quarto com a nova decoração ♡

 

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Lançamento em SP!

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Lançamento imperdível para quem está por São Paulo e curte um bom texto.

O jornalista potiguar Paulo Araújo lança nesta terça-feira (04/06), a partir das 19h, no Espaço Revista Cult (rua Inácio Pereira da Rocha, 400, Vila Madalena), o livro “Como Se Fossem Letras” (Ed Jovens Escribas), uma coletânea de reportagens, entrevistas, perfis, ensaios e crônicas publicadas em diversos jornais, revistas e sites na última década.

Dividido em cinco capítulos, o livro já foi lançado em Natal, Mossoró e Currais Novos (RN) e agora chegou a vez de São Paulo, cidade onde o jornalista trabalhou entre os anos de 2001 a 2008, na Editora Abril.

Se você tem algum envolvimento com o jornalismo – como praticante da seita ou mero expectador, tem que ter um exemplar de “Como Se Fossem Letras” na estante. Ou na mesinha de cabeceira, para ler um texto por dia e viver inspirado 🙂

 

Serviço: 

Lançamento do livro “Como Se Fossem Letras” de Paulo Araújo (Ed Jovens Escribas)

Data: terça-feira, 4 de junho

Hora: a partir das 19h

Local: Espaço Revista Cult (Rua Inácio Pereira da Rocha, 400, Vila Madalena), telefone (11) 3032-2800

Preço do livro: R$ 30,00.

 

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Leite Com: Coisas lindas para quem ama São Paulo

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Essa semana estava andando aqui perto de casa e vi uma lojinha com fachada simpática.

Entrei, claro. E lá dentro me deparei com tanta coisa linda para decorar a casa, que não queria mais ir embora ♥

A loja era a Leite Com, que vende ilustrações (com ou sem moldura), mantas para sofá, almofadas, canecas e outras fofuras.

A ideia é vender coisas que podem transformar um ambiente da sua casa com pouco trabalho e – e pouco dinheiro 😉

A coleção atual homenageia São Paulo. Na verdade, é um grande abraço e um beijo bem carinhoso na cidade, porque, gente, é só coisa linda!  As ilustrações tem a “cara” de alguns dos principais lugares de Sampa.

A Leite Com começou vendendo apenas pela internet, há pouco mais de um ano. Com o sucesso nas vendas veio a loja física, que abriu as portas há quatro meses em Pinheiros.

As gravuras, para pendurar São Paulo na sua parede ou presentear aquele amigo que ama a cidade, custam a partir de R$ 89,00 sem a moldura. Com a moldura fica um pouquinho mais caro.

Morri de amores pelo quadro da Vila Madalena …

E mais ainda pelo da Augusta.

Quero ser best friend da Tânia McHoney 😀

Todos são incrivelmente legais.

Um trabalho admirável do designer de conseguir traduzir tão bem cada lugar da cidade.

A vontade que dá é de comprar cada peça e fazer uma parede com todos eles.

Assim:

As ilustrações também estão em canecas (R$ 34,00)  e bolsas de lona bem espaçosas e práticas (R$ 80,00).

Tem mantas para sofá e toalhas de mesa com estampas exclusivas…

E o sensaiconal “lambe-lambe”, folhas de papel bem fininhas para dar um “up” na sua parede.

Cada folha custa R$ 15,00. Com umas cinco folhas, cola e um pincel, você deixa uma parede linda e moderna, assim:

Gostou? Vai lá!

Fica na Pedroso de Morais, 785 Pinheiros.

Para quem não está em São Paulo, tem a loja online  http://www.leite-com.com.br/loja/

Essa coleção inspirada em São Paulo vai já acabar e a próxima vem toda diferente.

Quando soube que eu era de Natal, o cara lá da loja disse que o pessoal da minha cidade vai gostar da próxima coleção. Fiquei achando que deve ter alguma inspiração no Brasil, no Nodeste… além das fronteiras de São Paulo.

Será?

 

 

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