Natal recebe edição da “The Street Store”, uma loja onde moradores de rua podem escolher roupas de graça

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Tá lindo de se ver esse boom de projetos colaborativos que têm aparecido ultimamente. Acho que a gente está num momento muito importante da vida em sociedade. Estamos acordando para novas maneira de consumir, de agir e de ser social.

Uma das ações mais bacanas entre tanta coisa legal que tenho visto por aí é a ‘The Street Store’, que vai ter uma edição em Natal no próximo dia 19/09.

O projeto ‘The Street Store’ foi criado em janeiro de 2014, na Cidade do Cabo, na África do Sul, com o objetivo de oferecer dignidade às pessoas em situação de rua, dando-lhes a oportunidade de escolher suas próprias roupas, em uma loja onde as peças são de graça e de livre aquisição.

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Como a falta de moradia é um problema global, os fundadores resolveram compartilhar esse modelo de ação social para que qualquer pessoa, de qualquer parte do mundo, pudesse levar a loja de rua para a sua cidade.

O projeto já aconteceu em centenas de cidades ao redor do mundo (Argentina, Bélgica, Brasil, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Gana, Honduras, Índia, México, Noruega, Reino Unido e Senegal). Aqui no Brasil já teve em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, João Pessoa, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. Em algumas cidades o evento já teve duas edições.

E agora o projeto chega a Natal!

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A iniciativa é de um grupo de amigos que se interessou pelo tema e resolveu organizar a The Street Store Natal. Rafaela Teixeira de Aguiar é uma arquiteta natalense, que viu o vídeo do projeto gringo e teve a ideia de trazê-lo para a capital potiguar. Ela se reuniu com amigos e eles criaram o Grupo Bem Vestir – uma organização de amigos interessados em fazer o bem.

“O Grupo Bem Vestir surgiu a partir da visualização do vídeo oficial do The Street Store em uma rede social, que despertou meu interesse em convidar pessoas amigas para formarmos um grupo e realizar o The Street Store em Natal. Prontamente o grupo foi formado e passou a chamar-se “Bem Vestir”, nome que associa o ideal de fazer o bem à oportunidade de vestir com dignidade a população em situação de rua. Somos oito integrantes, profissionais de diferentes áreas (arquitetas, economista, secretária executiva e administradores) e apenas um com experiência em voluntariado”, conta Rafaela.

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Há alguns meses eles estão se organizando e recolhendo doações para montar a loja. A resposta das pessoas ao projeto foi ótima e eles conseguiram arrecadar muita coisa. Como o evento já é dia 19,  já foram encerrados quase todos os postos de arrecadação, ficando somente o da Lavanderia Primavera da Av. Jaguarari (em frente ao cond. Green Woods), que vai recolher doações até o próximo sábado, dia 12/09.

No momento, a maior necessidade é de roupas, sapatos e acessórios MASCULINOS, pois estima-se que cerca de 80% da população de rua de Natal seja formada por homens. Lençóis e materiais de higiene pessoal também são bem-vindos!

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Vamos ajudar? Lembrem-se que tem que ser até sábado!

E na semana que vem, no dia 19/09, será montada a loja na calçada da Rua Açu, no quarteirão entre a Av. Deodoro da Fonseca e a Rua Floriano Peixoto (calçada da Catedral Metropolitana de Natal).

O projeto é lindo! Não é uma simples doação. É muito interessante o fato de que as pessoas vão poder escolher o que levar – um hábito tão simples e corriqueiro para nós, mas que não está acessível a uma grande parcela da nossa sociedade.

Para mais informações:

Facebook do Grupo Bem Vestir

Evento no Facebook The Street Store Natal (vai lá e confirma presença! 😉 )

Facebook do Projeto The Street Store Mundial

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Que tal ver os designers da Hermés trabalhando AO VIVO em São Paulo?

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São Paulo é uma cidade que oferece tantos programas interessantes ao mesmo tempo, que muitos passam batido. Não é raro eu ficar sabendo de uma exposição já no fim ou até mesmo depois de ter acabado.

E isso quase ia acontecendo de novo. Soube do Festival des Métiers na segunda-feira e na terça corri pra lá, já que o evento acaba no próximo domingo, dia 08/06. OU SEJA, se você está lendo isso agora e mora em São Paulo, corra pra o Museu de Arte Brasileira da FAAP!

Mas eu falei isso tudo e não contei o que é esse Festival des Métiers...

A FAAP tem um núcleo bem forte de estudos de moda e design e trouxe o festival para que os alunos pudessem ter contato com o trabalho dos designers da Hermés, uma das marcas mais famosas do mundo, que tem esse status justamente pelo trabalho minucioso e exclusivo que desenvolve há mais de um século.

A Hermés começou em 1837 em Paris, produzindo selas e arreios para cavalos. Depois passou a confeccionar outros itens em couro e hoje a marca é a mais pura tradução do que é luxo: peças produzidas em pequenas quantidades, com muito esmero, feitas uma a uma e, claro, com valores altíssimos.

Na exposição aqui em São Paulo os visitantes podem ver vários desses artigos de luxo sendo feitos ao vivo. Podem tocar, perguntar, participar, entender o processo e sair achando que, com o trabalho que dá, nem é tão caro assim pagar 20 mil numa bolsa (mentira, é caro sim, mas eu fiquei tão encantada com o trabalho dos artesãos que estou achando os preços até ok. Afinal, alguns lenços de seda podem levar até dois anos para ficarem prontos, como vou mostrar a seguir)

A primeira peça que parei pra ver foi a bolsa Kelly. Ela tem esse nome em homenagem à Grace Kelly, que era amante incondicional do modelo.

Uma Kelly Bag leva cerca de 18 horas para ser montada. Uma coisa que me deixou surpresa é que ela é toda costura à mão! Em momento nenhum tem uma máquina ajudando ou acelerando o processo.

Quando cheguei lá o artesão estava com várias peças de couro, que pareciam pedaços de tecido, e começou a montagem da bolsa. É tudo muito minucioso e o controle de qualidade é super rígido. Em vários momentos ele ficava lá passando a lixa e eu pensando “gente isso já tá ótimo, já pode parar” mas o cara tem um olho treinadíssimo para imperfeições e nenhuma pode passar.

bolsa kelly hermés hermés em são Paulo Ela é tão bem costurada, à mão, vou dizer de novo, que no final, depois que tudo se encaixa, parece que ela foi “colada” ou sei á o que. A costura é discretíssima e os acabamentos são surreais de tão perfeitos.

Depois de ver uma das bolsas mais famosas do mundo sendo feita na minha frente, eu já estava bem admirada com o talento de quem consegue pegar uma matéria prima do zero e transformar em algo tão lindo.

Mas aí fui ver como são feitos os lenços e, minha gente, é de chorar!

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O trabalho começa com um designer freelancer, que desenvolve uma estampa para a Hermés. Ele entrega o desenho num papel e essa moça que está trabalhando na foto faz um trabalho dificílimo: ela passa o desenho do designer para os fotolitos que vão ser usados na impressão da seda.

Ela tem que redesenhar com perfeição todos os detalhes e nuances da estampa original. E para ter a precisão de cores e detalhes da estampa, ela faz até 39 telas. Esse trabalho demora cerca de 700 horas. SETECENTAS HORAS, meu bem. Se você trabalhar oito oras ininterruptas nisso dá quase 3 meses de trabalho! Isso para fazer a estampa de UM LENÇO.

Outra coisa incrível foi ver a montagem de um relógio e também o trabalho de uma ourives que estava fazendo um bracelete cravejado de diamantes minúsculos, usando um microscópio.

A precisão do trabalho dessa moça era incrível! E ela nos convidou para olhar a peça através do microscópio e ter a visão que ela tem na hora de trabalhar. Foi a primeira vez que eu vi diamantes no microscópio 🙂

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Dá pra ver que meu olhinho tava brilhando?  Fiquei muito emocionada com tudo aquilo. Deve ser porque não sei fazer nada nessa vida que eu acho a coisa mais linda do mundo que saber costurar/bordar/pintar/desenhar… FAZER coisas. É mágico pegar um pedaço de couro e transformar isso num objeto. Queria demais ter esse dom!

Se você também quer ver isso de pertinho, corre que ainda dá tempo! O Festival des Métiers fica até o domingo, dia 07/06, no Museu de Arte Brasileira da Faap, na rua Alagoas, 903, Higienópolis.  A entrada é gratuita!

Mais informações no site do evento.

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Já conhece os fashion trucks?

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E eis que, aos 31 anos, finalmente descubro o que quero fazer da vida: quero ter um fashion truck!

Com a gourmetização da vida e a moda das comidas sobre rodas, vocês certamente já estão acostumados a ver os food trucks por aí.  [A gente fica até admirado quando passa um caminhão que não vende nenhuma comidinha gourmet, né? ]

Mas fashion truck ainda é um conceito novo por estas bandas. E a ideia tem tudo pra chegar -com sucesso – por aqui.  A vantagem é que, diferentemente da comida, a moda já é gourmetizada por si só. Então acho que lojas sobre rodas seriam até uma maneira mais descontraída de comprar roupa \o/

Nos Estados Unidos por exemplo, os fashion trucks estão por toda parte! Vamos conhecer alguns deles?

1 – Le Fashion Truck

Le Fashion Truck

Esse fofíssimo caminhão cor de rosa circula por Los Angeles vendendo peças vintage e também criações de novos designers americanos. O Le Fashion Truck foi criado em 2011 e hoje as donas também dão consultoria e palestras sobre como criar a sua própria boutique sobre rodas.

2- Lodekka

Lodekka Fashion Bus

Esse é muito lindo! Usando um ônibus de dois andares da década de 60, a Lodekka vende roupas, sapatos e acessórios femininos com um toque retrô, e também algumas peças masculinas mais diferentes e descoladas. Essa gracinha circula em Portland, mas também viaja para lugares mais distantes levando as peças para feiras e eventos de fashion trucks.

3- The Fashion Mobile

The Fashion Mobile

Esse caminhão azul que chama atenção pelas ruas de Minnesota pertence a um casal que tinha uma loja física e teve que fechar o estabelecimento. Eles viram então que seria muito mais barato – e diferente, inovador e criativo – ter uma loja móvel! Hoje a The Fashion Mobile também tem uma loja online para quem gosta das peças mas não pode acompanha o caminhão azul 😉

4- Lola’s Urbans Vintage

Lola's Urban Vintage

Esse caminhão fofíssimo pertence à artista Nicoletta Lyons, que é designer, stylist e cria acessórios retrô incríveis. Ela também é pesquisadora de coisas vintage e fez vários trabalhos importantes na área. O caminhão da Lola’s Urbans Vintage circula em Boston e já foi tema de várias matérias em revistas de moda do mundo todo.

5- The Styleliner

The Styleliner

Já foi um caminhão de batata frita, mas hoje abriga uma loja de acessórios super modernos que é a cara de Nova Iorque . O The Styleliner foi fundado por Joey Wolffer e é uma das referências mundiais em fashion trucks. Se você vai a NY, dê uma olhada no site para saber onde ele vai estacionar e não deixe de conferir!

6 – Denver Fashion Truck

Denver Fashion Truck

Mais um caminhão que pertence a um casal. To achando que é um bom negócio para abrir com o boy, hein? kkkkk O Denver Fashion Truck tem roupas e acessórios com um toque handmade, criações de designers locais e presentes criativos. Pela carinha da loja, criatividade é mesmo o que não falta!

E aí, qual é o seu preferido? E se você conhece algum fashion truck brasileiro, deixa a dica aí nos comentários! Vou adorar conhecer também 😉

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Tecidos africanos e a nova coleção da Afer

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O post de hoje é sobre uma coisa que tem feito meu olhinho brilhar há meses! A Afer acaba de lançar uma coleção deslumbrante, feitas com tecidos africanos vindos de Moçambique e do Mali.

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Já falei muitas vezes da Afer aqui no blog. A marca é de São Paulo e eu trabalho com eles há  um bom tempo, produzindo conteúdo para as redes sociais da loja. Tudo que a Afer vende é produção própria, feita no ateliê em São Paulo e eu valorizo isso demais! Nada é feito em larga escala. Existe uma preocupação gigante com o acabamento e com os detalhes, coisas que fazem uma grande diferença na durabilidade do produto final.

Eu sou tão apaixonada por eles, que acabei virando também uma das clientes mais entusiasmadas! Isso porque a marca registrada da Afer é a modelagem retrô. Muita cintura marcada, muita saia godê, muito vestido rodado. Em to-das as coleções da marca você encontra essa modelagem que é a base do meu guarda-roupa. Por isso eu uso MUITA coisa de lá e fiquei apaixonadíssima por essa coleção.

Olha só esse vestido, que é o meu preferido absoluto. Olha essa cintura, essa saia, esse tecido… ♥

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Há meses Andrea Ferreira,  que é a estilista e idealizadora da Afer, trabalha nessa coleção. Muitos testes de tecido, muita peça piloto, muita pesquisa… Eu acompanhando tudo e louca pra ver o resultado!

Uma das maiores dificuldades foi encontrar os tecidos perfeitos. Andrea começou procurando aqui no Brasil, mas muita gente vende tecido com estampas inspiradas em motivos africanos, mas que não são tecidos africanos de verdade. Os tecidos originais têm textura e caimento diferentes, que , claro, fazem uma grande diferença no resultado final.

Assim ela foi a Nova Iorque em busca dos tecidos perfeitos, viajou o Brasil e acabou em Brasília, batendo à porta das embaixadas dos países africanos para descobrir onde conseguir o tecido perfeito. Desses contatos surgiram os caminhos e atualmente os tecidos usados pela Afer vêm de Moçambique e do Mali.

Eles são de um colorido, uma beleza, uma exuberância que eu não consigo descrever… Só mostrar as fotos mesmo…

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Além do vestido lá de cima, outra peça que amei foi essa saia – que até já postei no meu Instagram (segue aí @gladisvivane). Além de ter uma das estampas mais belas da coleção, ela dá aquela afinadinha na cintura e a silhueta fica uma graça!

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Eu amo essa moda que conta histórias interessantes. Que se inspira em lugares, que aproxima a gente de outras culturas,  que faz a gente viajar. Amo de verdade !

E vocês? 😀

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Os endereços da Afer:

Pinheiros – Rua Artur de Azevedo, 1199 / tel. 11 3628 2971

Moema – Alameda dos Anapurus, 1247 / tel. 11 5052 3405

Quem não é de São Paulo mas se apaixonou por alguma peça também pode ligar para a loja de Pinheiros e fazer o pedido. As meninas mandam pelos Correios para qualquer lugar do Brasil e do mundo!

E se você curtiu as peças e quer ficar de olho na produção da Afer, acompanhe o blog e a página da loja no Facebook.

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Para inspirar: Editorial de moda na Disney ♥

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Eita que sumiço, hein!

Vocês vão ter que aguentar a saudade de mim um pouquinho, porque esses últimos dias estão muuuuito corridos e ainda vou ficar umas duas semanas sem tempo para postar =/

Fico com um peso nas consciência enorme e me sentindo super mal quando não consigo postar com frequência aqui no Salto Agulha. E vai ser assim até o final do mês  porque estou ATOLADA DE TRABALHO. Mas não estou reclamando, nem poderia, já que meu trampo intensivo esse mês é destrinchar tudo sobre os parques da Disney ♥

Se vocês também me seguem no Instagram (@gladisvivane)  sabem que eu vim aqui para os EUA para fazer um projeto de Social Media e para criar o Vivendo Orlando (Que deu super certo e é meu xodó atualmente).

Vou voltar para São Paulo no fim de outubro para resolver algumas coisas e, mesmo deixando uma equipe aqui em Orlando para cobrir o Vivendo, preciso levar muito material de arquivo para fazer matérias para o blog estando no Brasil.

Aí daqui a alguns meses eu volto pra Orlando de novo, para fazer mais matérias, e assim vai seguir o blog. To muito animada com o crescimento dele!

Essa introdução toda só para justificar o meu sumiço e explicar o post de hoje. Estou totalmente contaminada pelo espírito “Disney” e achei esse editorial uma das coisas mais fofas dos últimos tempos!

Ele foi feito em parceria com as meninas do blog The Girls With Glasses e foi fotografado no Magic Kingdom (o parque mais mágico do complexo Disney).

Eu amei porque as fotos têm um arzinho vintage-fofo que eu acho muito lindo. Uma coisa meio Zoe Deschanel… Quase todas as peças usadas nas fotos são Kate Spade, que é a minha marca preferida, então não tem como não amar, né?

Olha que coisa mais linda…

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Tem mais fotos no blog da Disney

Lindo, né? =)

 

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