4 cacheadas lindas contam como cuidam dos cabelos

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Quem me segue no Instagram viu que desde semana passada eu venho testando coisas novas para cabelos cacheados.

Dia sim e outro também eu posto alguma dica de creme, xampú ou qualquer produtinho que faz bem para os meus cachos (se você é uma cacheada curiosa como eu, me segue lá pra ver o que ando usando. O perfil no Insta é @gladisvivane).

Minha história com o cabelo cacheado é bem parecida com a de (quase) todo mundo: demorei a curtir e aceitar, mas depois que aprendi a cuidar deles amo meus cachinhos. Também gosto de variar o look e de vez em quando me entrego à escova por uns dias. Mas adoro cuidar dos cachos e sigo procurando os melhores produtos e o melhor jeito de arrumá-los.

Sempre falo muito dos meus cabelos por aqui, mas nem todos os cachos são parecidos com os meus, então resolvi chamar quatro meninas cacheadas, com tipos de cachos e de fios totalmente diferentes, para falar aqui sobre os cuidados que elas têm com os cabelos.

São cabelos lindos, que eu sempre admirei e tive vontade de perguntar “ei, o que você usa? Como você cuida?”. Então perguntei e vou dividir as respostas com vocês!

Fiz 4 perguntas para cada uma delas e as respostas vocês acompanham agora. O post é longo, mas dividir experiências é sempre bom, então a leitura tá super gostosa. Cola aí!

Rayssa Melo tem aquele cabelo liiiiindo, que chama atenção. Impossível não ficar olhando para os cachos perfeitinhos dela. Assim que a conheci lembro de ficar me perguntando se ela fazia aquela maravilha com babyliss kkkk. Acho que o tipo de fio dela é bem parecido com o meu, bem fininho. Ela quase sempre está de cahinhos, mas quando faz escova o cabelo também fica incrível (sortuda versátil!). Vamos saber mais sobre o cabelón dela?

1 – Sempre usou o cabelo cacheado ou demorou para fazer as pazes com ele? Como foi esse processo?

Sempre usei e amo os cachos. Acho que eles “enfeitam” mais o rosto e dão um ar de descontração que eu adoro! Tanto uso, que sem os cachos tenho a sensação de ser “menos eu”. Rs…

2-      Que produtos costuma usar?

No dia a dia, uso produtos simples, dos comprados em supermercado mesmo. Shampoo, condicionador e creme para pentear (leave in) da Pantene. Uma vez a cada 15 dias, uso uma máscara hidratante também da Pantene. E só. De vez em quando, no salão, faço massagens com produtos especiais, mas só de vez em quando.

3-      Que cuidados especiais você tem com os cachos? Lava com que frequência? Tem algum “jeitinho” pra secar? 

Gosto dos cachos porque são práticos. Fora os cortes (a cada 2 meses aproximadamente) para tirar as pontas ressecadas, já que nos cabelos cacheados as pontas geralmente ressecam mais, e as lavagens dia sim, dia não, faço uma hidratação a cada 15 dias aproximadamente. Fora isso, não há nada de muito especial. Os meus cachos ficam mais bonitos quando secam naturalmente. Portanto, lavo bem os cabelos, tiro o excesso da água com uma toalha, passo um pouco de creme para pentear (mais do meio para as pontas) amassando os cabelos e deixo secar naturalmente. Esse é o melhor “jeitinho” para os meus cachos ficarem naturais, como eu gosto.

4-      Alguma dica especial ou um segredinho para compartilhar? 

Apenas uma dica às cacheadas: usem seus cachos! Fora isso, nada de especial! 😉

Ellen Paes é jornalista, trabalhou comigo numa emissora de TV em Natal e quando eu a conheci, muito tempo atrás, usava um cabelão liso enoooorme. Fiquei bem surpresa quando a reecontrei depois, com uns cachinhos bem lindos! A história dela já é diferente da história da Rayssa. Ela passou por muitos processos até fazer as pazes com os cachos, por isso o processo dela pode servir de inspiração para muitas meninas que estão tentando se livrar da progressiva. Força, meninas! Sigam o exemplo da Ellen! Ah, e hoje ela é repórter de TV no Rio de Janeiro e aparece de boa na telinha com o cabelo natural, toda linda. Muito legal essa quebra da imposição velada da escova às jornalistas de TV, coisa que não tem O MENOR cabimento.

1- Sempre usou o cabelo cacheado ou demorou para fazer as pazes com ele? Como foi esse processo?

A palavra é essa: processo. Sou negra (um pouco desbotada, ok! rs) e passei a vida vendo minha mãe, igualmente negra, alisando o cabelo, assim como minhas tias, primas e etc. Enfim, nossa cultura sempre foi eurocêntrica e o padrão de beleza sabido, até hoje, é o da mulher caucasiana, pele rosada, e cabelos lisos. Então eu fui submetida à química muito cedo na minha vida por insistência minha que sofria com os apelidinhos jocosos ao meu cabelo na escola.

Comecei a alisar com uns 11/12 anos mais ou menos. E mantive ele alisado até os 27, tendo passado por vários tipos de química diferentes – incluindo a escova definitiva, por último. Nos anos que mantive a definitiva, de início, eu gostava muito. Mas sabemos que depois de um tempo o resultado não permanece natural (porque não é!). E aí eu meio que fiquei escrava de escova, chapinhas e afins. Bem, porque estou contando isso? Porque eu sempre gostei de mudanças e a química não me permitia muitos cortes diferentes e mais modernos. Sentia que meu cabelo não combinava com a minha personalidade, mas não tinha coragem de assumir os cachos porque nem sabia como eles eram e tinha receio de ficar medonho.

Mas então veio a gravidez não planejada e eu já estava com aquela raiz por retocar. Foi aí que vi a oportunidade de me livrar daquela escravidão. E foi o que fiz. Parei de alisar, cortei ele na altura da nuca e o mantive na escova até quando deu para disfarçar a raiz natural. Depois que a minha filha nasceu, com uma raiz que já atingia um palmo mais ou menos e sem o menor tempo para escova (mal tinha tempo de tomar um banho mais longo!), então me rendi às tesouras. Cortei ele bem curtinho, pedi pra cabeleireira tirar todo o alisado. E então eu vi que tinha cachos, MUITOS cachos. Mas demorou pra eu aprender a lidar com eles, já que viviam oprimidos pelo secador e pela chapinha.

Fui aprendendo a cuidar e deixá-los livres pra tomarem forma. Hoje, quando quero mudar, faço uma escova pra sair da rotina (e a escova fica até mais bonita por ele estar virgem). Mas isso só acontece umas duas vezes por ano, em festas especiais como casamento. Esse ano ainda não fiz nenhuma, nem lembro disso. Além de não ter muito tempo (vida de mãe solteira que trabalha fora…), também desabituei. Curto bastante o visual formal com cabelos rebeldes. Até hoje, três anos depois de assumidos, usar meu cabelo assumidíssimo ainda é um redescobrimento diário e um alimento pra autoestima: a coisa de me amar exatamente pelo que sou – depois de tantos anos de vida.

2- Que produtos costuma usar?
Pois é. Nessa onda de “liberdade total”, eu acabei me descuidado um pouco da cabeleira. Eu costumava usar produtos da linha Absolut Repair da Loréal e cheguei a testar alguns leave-ins pra cachos super caros e recomendados por sites e outras pessoas, mas no fim, com o orçamento pesado pós-separação e toda uma demanda econômica que só uma criança de três anos numa cidade como o Rio de Janeiro pode proporcionar, eu acabei deixando o cabelo bem longe das prioridades financeiras. O que uso é o que se se encontra em qualquer farmácia ou supermercado e varia bastante. Dessas linhas mais populares gosto bastante da Pantene, incluindo o leave-in. Acho que o fato dele estar totalmente virgem também ajuda. E o bolso agradece.
 
3- Que cuidados especiais você tem com os cachos? Lava com que frequência? Tem algum “jeitinho” pra secar? 
Então, como falei, estou bem relapsa com meus cachos. Eu não faço uma hidratação num salão há quase um ano. Devo nesse meio tempo ter feito uma ou duas hidratações caseiras. Mas lavar, eu lavo pouco quando está frio. Como meu cabelo tem tendência a ressecar e cachos precisam de uma certa oleosidade pra ficarem bonitos, no frio, eu costumo lavar duas ou três vezes por semana. No verão não dá né? Eu lavo quase todo dia, mas não uso shampoo todo dia pra não tirar a oleosidade natural. Então eu molho, uso condicionador massageando-os da raiz às pontas e seco eles normalmente. Penteio usando leave-in e amassando até ficar em um formato que me agrada. Não demora muito, pois o que ajuda bastante o cabelo cacheado é o corte.
4- Alguma dica especial ou um segredinho para compartilhar?
Anotem aí: o segredo é o corte! Descobri que os cachos podem ser lindos, mas se o corte não for bacana, eles não ficam legais. E os melhores cortes são aqueles em camadas, repicados e/ou com pontas assimétricas. Resumindo: quanto menos careta for o corte do cacheado, mais bonito fica. E quanto mais inteirão, mais cafona. Isso porque os cachos não formam direito, ficando com aparência pesada. Penso que se é pra ter cachos, é pra dar liberdade pra eles. A natureza e beleza do cacheado é ser rebelde. Domadinhos demais eu não acho que ficam interessantes. Fica meio infantil, tipo apresentadora-mirim Maysa. Mas nada contra: há quem goste. No fim, o importante mesmo é o cabelo estar condizente com a sua personalidade e fazer você se sentir bem consigo mesma. E se é do jeito que ele nasceu, melhor ainda 😉
Elisa Elsie também é jornalista (só azamiga de profissão hahaha) e fotógrafa. O cachos dela me chamaram atenção desde a primeira vez que a vi. São aqueles cachinhos super naturais, que já transparecem que a pessoa tem uma boa relação com o cabelo. Tem cara de cabelo natural, que nunca foi maltratado por alisamento.

1- Sempre usou o cabelo cacheado ou demorou para fazer as pazes com ele? Como foi esse processo?

Sempre usei o cabelo cacheado, na verdade, nunca fiz nenhum tipo de tratamento, nem mesmo relaxamento. Tive uma transição na adolescência complicada, não tinha paciência com o cabelo e resolvi cortar bem curto para não ter nem de pentear. Isso durou uns cinco anos. O tempo passou e fui aprendendo a lidar cada vez melhor com meu cabelo.

2- Que produtos costuma usar?

Não uso nada muito específico, mas sempre tento comprar produtos para cabelos cacheados ou ressecados. Uso shampoo e condicionador de supermercado mesmo, geralmente Dove ou Pantene. No ultimo mês tenho usado creme de pentear com umas gotinhas de um óleo da Loreal com o cabelo ainda úmido e estou gostando do resultado. Uma vez por semana uso creme de tratamento, mas às vezes a correria da rotina me faz esquecer.

3- Que cuidados especiais você tem com os cachos? Lava com que frequência? Tem algum “jeitinho” pra secar? 

Tento cortar o cabelo a cada três meses e faço luzes duas vezes por ano lá em Nalva Melo. Meu cabelo é muito fino e evito descolorir com frequência. Lavo um dia sim e um dia não, mas preciso molhar todo dia para que os cachos fiquem soltos e bem formados. Uso bastante água para ter certeza que o creme de pentear saiu todo no banho. Quando quero mudar, faço escova em casa mesmo e às vezes coloco bobes, daqueles bem grandes, só para deixar os cachos mais abertos e escovo bem a franja.

4- Alguma dica especial ou um segredinho para compartilhar?

Para arrumar o cabelo nos dias de correria, passo creme de pentear somente nas pontas e seco com difusor a parte de trás, depois com a escova, seco a franja, uso chapinha e modelo novamente com a escova [só a franja]. Como geralmente faço o cabelo antes da maquiagem, prendo a franja com grampos grandes para o lado contrario do caimento e só solto só na hora de sair mesmo.

Gardênia Alves é modelo e tem um cabelo incrível, que faz a alegria de qualquer cabeleireiro. É longo, cacheado, tem balanço, tem volume… a moça é quase uma propaganda de xampú ambulante hahahaha. Sério, ela é a modelo mais linda com quem já trabalhei na minha época de produtora de moda. E grande parte da beleza dela vem desse cabelo incrível. Por isso Gardência também foi intimada a dividir os segredos desses cachos com a gente!

1- Sempre usou o cabelo cacheado ou demorou para fazer as pazes com ele? Como foi esse processo?

Sempre usei cacheado, minha mãe nunca me deixou alisar pois eu sou a única da família com cachinhos! Mas quando eu era pequena meu sonho era ser loira do cabelo liso para poder jogar ele de lado sem bagunçar hahaha, eu não gostava do meu cabelo até por que não sabia como usa-lo, achava que sem volume e molhado era o “arrumado” (quando vejo as fotos, aiinn). Mas foi o tempo que me mostrou que a “juba de leão” é o maior charme e que os meus cachos têm a ver também com a minha personalidade e agora quanto mais bagunçado, melhor!

2- Que produtos costuma usar?

Eu estou sempre provando novos produtos, mas o que estou usando atualmente é o da Redken, nunca tinha provado antes mas estou amando! Eu uso também Seda, Pantene, Éh e adoro usar os de produtos de criança – além do cheirinho acho que define os cachos!

3- Que cuidados especiais você tem com os cachos? Lava com que frequência? Tem algum “jeitinho” pra secar?

Eu lavo de dois em dois dias, e uso sempre um pente com os “dentes” largos e tento sempre desembaraçar de baixo para cima. Deixo ele secar naturalmente, mas quando preciso sair e quero que eles fiquem mais definidos uso o difusor.

4- Alguma dica especial ou um segredinho para compartilhar?

Meu segredinho para definir melhor é pentear no banho na hora que passo o condicionador eu aproveito para desembaraçar os fios e depois deixo eles secarem ao natural. Sempre dá certo!


E aí meninas, gostaram das dicas? 😉
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Ano novo, cabelo novo! #Parte3 – O tratamento em casa

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Mais um post da saga “ano novo, cabelo novo” aqui no blog 😀

Vocês lembram que eu fiquei um tempão cuidando do cabelo no salão para recuperar os danos da química, né?

Depois veio o corte e a nova coloração que mostrei aqui também.

Hoje vou mostrar o tratamento que faço em casa desde então. É importante lembrar que de nada adianta fazer um tratamento bacana no cabeleireiro e não continuar tratando em casa.

Acho que o “home care” é ainda mais importante que os produtos do salão, já que nós (pelo menos eu) lidamos com os cabelos muito mais em casa do que pelas mãos dos profissionais (a não ser que você seja a perua do Mulheres Ricas que tem um cabeleireiro 24h por dia em casa).

Lá no Chic Coiffeur me recomendaram usar os produtos Moisture Kick, da linha Bonacure da Schwarzkopf.

O sistema tem 3 passos: lavagem, hidratação e aplicação do leave-in.

São todos ótimos, mas o que eu achei extraordinário mesmo foi a máscara de hidratação que é uma mousse!

Essa aqui ó:

Após usar pela primeira vez já senti o cabelo mais hidratado. Os cachinhos estão ficando cada vez mais definidos, e o cabelo não embaraça no banho.

Gostei demais dessa consistência de mousse! Até então eu só conhecia máscara de hidratação em creme mesmo, tanto que chamava tudo de “creme de hidratação”.

Mas a mousse é ótima de aplicar: espalha super fácil no cabelo e vira um creminho que desembaraça os fios na hora, deixando o cabelo bem “molinho”.

 

É preciso ter atenção também à  forma correta de usar o produto!

Eu faço assim: lavo o cabelo (com o shampoo da mesma linha, que é hidratante também), tiro o excesso de água com uma toalha, e só depois aplico a mousse. Deixo agir por 10 minutos e enxáguo completamente o produto.

Não pode deixar nenhum pouquinho nos fios, para não deixar o cabelo pesado.

O kit completo é esse aqui com shampoo, mousse e leave-in:

O shampoo é bem cremosinho e não deixa aquele aspecto ressecado no cabelo.

O leave-in é um líquido bifásico que você tem que agitar para misturar bem, e depois borrifar no cabelo. Ele forma uma película hidratante e, no meu caso, praticamente acabou com o frizz!

Mas, como ele é muito levinho, uso também um creme mais pesadinho para modelar os cachos.

Estou amando os produtos, e recomendo a todo mundo que tem um tipo de cabelo semelhante ao meu.

Pelo que li sobre essa linha, ela pode ser usada por quem tem cabelos lisos ou cacheados, de normais a secos. Só evite se seu cabelo for oleoso 😀

 

 

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Minha evolução capilar

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Muitos posts sobre cabelos por aqui ultimamente, né?

Sei que não é exatamente o foco do blog, mas é que tenho dedicado muita atenção às minhas madeixas nos últimos tempos, e sinto vontade de compartilhar isso com vocês hehehe.

Quando narrei meu drama capilar nesse post, muita gente comentou comigo depois que não imaginava que eu havia sido loira.

Se você faz parte dessa pequena parcela da população mundial que me conhece há pouco tempo, saiba que eu já fiz de um tudo neste meu cabelo – só nunca fiz nenhum tipo de relaxamento ou alisamento.

E achei que seria divertido mostrar as transformações pelas quais passei nos ultimos (12!) anos.

Vamos lá?

Senta que lá vem a história!

A primeira vez que coloquei alguma tinta no cabelo eu tinha uns 16 anos, e fiz uma mechas loiras HORROROSAS. Na falta de câmera digital na época, não tenho nenhuma foto aqui no computador – graças a Deus, porque seria constrangedor mostrar isso kkk – então vamos pular para a fase seguinte.

Com 17 anos, lá pelo segundo ano de faculdade, pintei o cabelo com uma cor que chamo vermelho ki-suco. Conseguia essa efeito com uma tinta chamada jeans color. Eu pintava qualquer vermelho “normal” e jogava o jeans color (na cor magenta) por cima.

Hoje eu obviamente acho bizarro, mas, na época, eu achava o máximo huahuahuahua. Pior é a Rihanna, que tem coragem de fazer isso hoje. Eu tinha só 17 anos e não sabia muito da vida, ok?

Cacheado ficava assim

E quando eu fazia escova, assim

Ok. Podem parar de malhar e vamos à fase seguinte.

O cabelo cresceu, eu adorava fazer a rapunzel-cabelo-de-chiclete.

Usava vermelhão e bem comprido. Assim

(viram que fofa a Pretinha quando era bebê? Hoje ela é enoooorme)

E aqui dá pra ver de costas, ó

Durante anos esse cabelo foi minha “marca registrada”. Tem muitas histórias divertidas, como o estágio em TV onde a minha chefe não queria que eu aparecesse nas matérias por causa da cor do cabelo, dentre outros fatos marcantes kkk.

Um dia eu cansei e resolvi ficar morena pra ver qual era. Daí joguei um castanho escuro por cima. Passaram-se alguns meses, eu sempre jogando tinta escura. As pontas desbotavam e ficava assim

Aí achei muito sem graça ter cabelo “normal”, e resolvi voltar para o vermelho.

Mas  já não era uma tonalidade tão pink, era mais puxado pro vermelho “puro”, como vocês podem ver na foto a seguir (onde estou com outra representante do movimento red power)

Sempre em busca de mudanças, ou com um faniquito mesmo de não passar muito tempo com a mesma cara, resolvi ter cabelo curto pela primeira vez na minha vida.

A tesoura já era a de Nalva Melo, e ficou assim

Viram que o vermelho já estava indo embora, né?

Decidi abandonar a ruivice de vez, e comecei o processo para virar loira.

O pigmento vermelho é o cão pra sair! Eu pintava com um tom de castanho e puxava mechas fininhas douradas.

Ficava assim

O cabelo crescia, e eu sempre nesse processo de luzes douradas discretas.

Aqui com o cabelo maior

E comecei também a curtir meu cabelo cacheado.

Tudo graças a um corte que Nalva fez que evidenciou os cachos. Ficava assim sem escova

O vermelho foi saindo, e eu fui clareando cada vez mais o cabelo.

Nesse tempo eu era repórter de TV, então viva na escova, assim

De vez em quando, no fim de semana em que não estava trabalhando, deixava o cabelo sem escova.

O mais legal é que eu podia passar meeeeeses escovando, mas no dia em que eu quisesse meus cachinhos, eles estavam lá

Descolorante é uma coisa que vicia, e, com o tempo, eu precisava de doses cada vez maiores.

Assim fui ficando com o cabelo cada vez mais claro.

Hoje eu acho estranho esse loiro, mas na época eu gostava muito

O cabelo tava bem comprido, eu não mexia no comprimento há quase dois anos!

Cacheado ficava assim

E foi aí, quando tudo estava lindo, que eu fiz uma grande cagada: cortei uma franjinha BIZARRA

Não tenho vergonha nenhuma de admitir que fui influenciada pela personagem de Aline Morais numa novela. Ela era linda, rica, chique, má… e eu quis aquela franja kkkk

Só que como eu não sou a Aline Morais, não ficou tão legal =/

Eu tenho ódio mortal dessa franja, e só estou passando pelo constrangimento de mostrar isso aqui porque para escrever este post preciso deixar o pudor de lado.

Bom, aí a franja cresceu e eu continue fazendo as mechas. Retocava de 3 em 3 meses e isso era a única química no meu cabelo.

Fiquei assim, sem mudanças, até chegar a minha viagem para estudar na Itália. Queria um corte mais descolado, moderno, digno de uma estudante de moda. Lembro que disse a Nalva “quero ficar com mais cara de estudante de moda, e menos cara de jornalista” hahaha.

Mas não queria mudar a cor, e precisava de algo pratico, que pudesse arrumar sem muito trabalho.

A solução foi uma mudança leve, só desfiei as pontas deixando-as bem longas e irregulares.

Não sei dá pra perceber na foto…

Nos meses que passei na Europa, não mexi no cabelo. Até porque isso lá é caríssimo e eu era somente uma estudante brasileira sozinha e longe de casa (drama queen) kkkk

Com o clima diferente, os cachos deram uma caída e o cabelo ficava mais pro ondulado. Assim

O bom de fazer mechas é que não precisamos de retoques constantes.

Mais de quatro meses depois, a cor ainda estava bem digna, como vocês podem ver nessa foto com o boy, já pertinho de voltar pro Brasil

Passei mais uns meses sem retocar as mechas, e o cabelo ficou mais escurinho.

Na verdade ele era mais claro nas pontas, tipo esse ombré que tooooodo mundo usa agora.

Lancei tendemmmmmmcia kkk

Aí mais uma vez o bichinho da mudança me mordeu, e eu quis ficar com outra cara.

Sem querer recorrer à cirurgia plástica, resolvi mudar a cor do cabelo.

Eu continuava apaixonada por vermelhos, mas, dessa vez, queria um vermelho mais parecido com um ruivo natural. Mais cobre, mais Julia Petit.

Hoje eu eu tenho pavor de vermelho ki-suco, e digo a vocês meninas: se vocês já passaram dos 16 anos, fujam dessa cor!

Meu novo ruivo ficou assim

Essa foto com os queridos Patrício e Helber, foi tirada exatamente no dia em que pintei.

Depois fui procurando o “meu” tom de ruivo. Cada vez que eu pinto, nunca fica da mesma cor, mas sempre mais ou menos assim

Nesse tempo meu cabelo ainda cacheava direitinho.

Quando eu não escovava os cachos apareciam – como vocês podem ver nessa foto tirada – acreditem – num show de Gretchen no Circo do Palhaço Facilita hahahahahahahaha

Mas tinta é um negócio cruel. O Vermelho precisa ser retocado – no mínimo – uma vez por mês!

Meu cabelo, que só via tinta de três em três meses, agora era tingido até duas vezes por mês.

Aí ele começou a perder os cachos =/

Pra ficar assim eu precisava fazer rolinhos nas pontas, e soltar depois um tempo

Passei a usar muito o cabelo preso, pois ele não tinha mais viço nem balanço quando estava solto

Comprei meus bumpits, e vivia usando esse penteado presinho com volume no topo da cabeça, como nessa foto do Baile das Kengas

Chegou uma hora em que meu cabelo estava muuuuito fino, esponjoso, não modelava, não cacheava… era o fim!

Mas a cor eu estava gostando demais. Então fiquei no dilema: parar de pintar para recuperar? ou manter a cor que eu amo tanto?

Resolvi então aproveitar a situação pra mudar mais um vez.

Depois de muito pensar, resolvi não abandonar meu ruivo – pelo menos por enquanto.

Encontrei esse tratamento divino que está devolvendo a saúde do meu cabelo. Já a parte muito estragada, me desapeguei e passei a tesoura.

E agora estou assim

Estou amando meu cabelo curtinho de novo.

Vai ficar assim até o bichinho da mudança vir me perturbar mais uma vez.

É isso gente.

Foi bem divertido abrir meu histórico capilar aqui. Perdoem a má qualidade de algumas fotos, mas procurei as que mostravam melhor as mudanças – e nem todas estavam em boa resolução.

Espero que tenham gostado, e que deixem opinião aí nos coments dizendo se já está na hora de mudar a cor de novo, ou se devo ser ruiva até a morte 😀

Ah! E uma curiosidade minha: vocês também são assim e vivem mudando de cabelo?

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Cabelo novo!

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O que não tem remédio, remediado está. Ditado velho, batido, cliché, etc etc. Mas quando uma coisa não tem jeito, não adianta ficar sofrendo por ela.

Lembram que falei do meu drama capilar aqui?

Pois bem. Passei a fazer hidratação e reposição de massa capilar sistematicamente. Da raiz para o meio do cabelo, a melhora foi visível. O fio está mais saudável, e os cachos – aos poucos – estão voltando a se formar.

Mas do meio pra baixo, não tinha mais jeito. Era cabelo morto.

Então resolvi me livrar dele, até para deixar a parte “boa” do cabelo se sobressair.

No salão, logo depois de escovado, ficou assim:

Mas depois que saí de lá, com a chuva e a umidade do ar, o cabelo começou a enrolar. Ficou bem anelado, e acabei gostando mais do jeito que está agora.

Acho que meu processo para arrumar o cabelo vai ser escovar e depois sair na chuva huahuahua.

Pedi pra minha irmã fotografar agorinha pra mostrar pra vocês (ignorem a cara de louca, não estou muito fotogênica hoje kkk)

Além da medida drástica de passar a tesoura, tenho outra novidade capilar para contar.

Estou usando um tratamento da L’Officer que estimula a formação de cachos. São dois xampús, um condicionador e um gel ativador. Vou usar durante uns dias e depois conto o resultado aqui para vocês, ok?

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O cabelo de Camila Pitanga em Insensato Coração

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Tudo bem que a novela é chaaaaaata de doer, mas a caracterização das personagens está ótima!

Figurino, cabelo e maquiagem das atrizes tem me deixado de olho na TV – apesar da trama sem sal.

E a mais linda das lindas é a Camila Pitanga! Gente, o que é essa mulher? A maquiagem levinha e charmosa, o figurino absolutamente impecável e os cachos que todas nós gostaríamos de ter.

O corte é um chanel com a nuca mais curta que as laterais. Mas o que chama atenção são os cachos bem naturais, com cara de “saio do banho e fico assim”.

A Revista Estilo desse mês traz Camila na capa. Pensando que ia descobrir o segredo do cabelo dela, comprei a revista. Mas… a matéria não explica muito bem como fazer. Só diz que ela faz sozinha e com ajuda do difusor.

Então achei no site da Globo um vídeo da bonita mostrando como fazer. Vamos aprender?

Viu?

Basicamente ela passa um ativador de cachos (que não consegui identificar qual), seca um pouco amassando com a toalha, termina de secar com o difusor e, para finalizar, ainda realça uma mechas com a ajuda do baby liss.

AGORA VOU DIVIDIR MEU DRAMA COM VOCÊS:

Sempre tive o cabelo bem cacheadinho, e até gostava de usa-lo ao natural de vez em quando. Mas amava – ok, ainda amo- uma escova. Além do mais, trabalhei muito tempo como repórter de TV, o que meio que me obrigava a estar com o cabelo sempre escovado.

Mas NUNCA fiz nada de alisamento, progressiva, definitiva ou coisas do gênero. Só escova normal.

O legal dessa época é que, mesmo escovado, meu cabelo formava, naturalmente, alguns cachos nas pontas. O tipo de cabelo que virou modinha e todo mundo quer fazer hoje em dia com a tal da “escova modelada”. Ficava assim ó! E isso sem nenhum esforço. Era o jeitinho dele.

Tintura então, eu uso há mais de 10 anos. Nem lembro a cor natural do meu cabelo. Alternei entre loiro, pink, mechas azuis, vermelho, castanho, mechas loiras e o atual tom acobreado que uso.

Há uns dois anos passei uns meses estudando fora do Brasil, e o clima diferente mudou o jeito do meu cabelo. Na Europa, os fios não cacheavam mas continuavam bonitos. Não eram lisos, mas tinham um ondulado bacana. Quanto à cor, eu usava somente mechas loiras. E nunca fazia escova porque na Itália salão de beleza é caríssimo!

Ao voltar pro Brasil, adotei a cor que uso hoje (esse ruivo da foto do blog). Mas de uns meses pra cá meus cachos sumiram 🙁

Hoje, quando não uso escova, ele já não fica tão cacheado. E quando escovo, ele fica um liso escorrido e sem vida.

Odeio a foto da direita, mas é a mais atual e não tenho outra que mostre como meu cabelo está ficando quando escovo. A da esquerda é de dois anos atrás.

Digam se não é pra sentar e chorar!?

Morro de vontade de ter meu cabelo de antes, e vou começar a operação #RecuperandoMeusCachos

Para isso vou testar cremes, cortes, hidratações, técnicas de secagem e – quem sabe até- suspender a tintura.

Vou dividir tudo com vocês aqui no blog, porque pode ser que assim eu consiga ajudar a outras cacheadas arrependidas, né?

E conto com a ajuda de vocês, que podem deixar dicas legais para cabelos cacheados aí nos comentários, ok?

Por enquanto vou curtindo minha depressão com esse cabelo sem vida …

UPDATE: Sobre os óculos da foto, tem tudo aqui.

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