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Sex and The City 2 – outro trailer!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Morri! Morri! Morri!

Saiu outro trailer de SATC 2, e adivinha quem está de volta ao jogo? Aidan Shaw !!!!!!!!

Olha, eu sou team Aidan desde sempre. O melhor namorado que Carrie teve. Gente boa, divertido, não é canalha e entrou na fila do charme e da beleza, repetidas vezes. Espero que ela dê um chega pra lá no cafuçu do Mr Big - que de bom mesmo, só tem o fato de ter dado aquele closet enooorme pra ela no filme passado.

Fora isso, tem o figurino que é sempre escândalo, e várias participações especiais. Uma delas é Penelope Cruz, que aparece no trailer fazendo a bitch no bar com Big.

O filme estreia dia 28 de maio no Brasil. Ansieade define.

Oscar 2010 – As minhas eleitas

sexta-feira, 12 de março de 2010

Eu estava no maior pique pra ir subindo fotos e fazendo comentários ao vivo durante a transmissão do Oscar. Mas com a praticidade e rapidez do twitter (https://twitter.com/gladisvivane), acabei fazendo meus comentários por lá mesmo. Falei taaaaaaaaaaaanto dos vestidos que teve gente que encheu o saco e parou de me seguir hahahaha.

Então veio o day after, e os outros dias também, e fui deixando  o post pra depois. Mas antes que chege 2011, aqui vão as minhas eleitas do Oscar 2010.

A mais linda de todas: Rachel Mcadams, de Elie Saab.

Morri 3x quando vi esse vestido. Amei tudo- o tecido, o corte, o modelo… Muito me agrada essa coisa de usar estampas em festas mais sofisticadas. É uma maneira de você se destacar. Olhe ao redor na próxima festa que você for, é super difícil ver alguém de vestido estampado. Mas ao mesmo tempo é mais difícil ainda, encontrar uma estampa refinada à altura de uma festa formal- principalmente um Oscar! E esse modelo conseguiu.

As donas do Red Carpet: Diane Kruger, de Chanel e Vera Farmiga, de Marchesa.

Dois vestidos lindos e nada óbvios. Porque né, Oscar não é casamento nem formatura. Não precisa ser “só” um vestido de festa. Tem que ter aquele algo a mais. E esses modelos têm, e muito. O de Diane com esse charme no quadril (só para as muuuuito magras, viu?), e Vera com toda essa cor, esse volume, essa drama… é muito Hollywood!

A estilosa: Carey Mulligan, de Prada.

Não simpatizo muito com esse modelo de saia “ajudante de mágico”, que é curta na frente e longa atrás. Acho meio “circense” rs. Mass esse vestido particularmente me agradou. Agora o charme maior é a parte de cima com aplicações divertidas de tesourinhas, garfos e facas! É preciso personalidade e um espírito divertido para escolher um moelo assim. Achei o máximo!

A que arrastou a cauda numa poça de violeta genciana: Zoe Saldana, de Givenchy.

Desculpem a piada, não resisti! Achei um modeloousado e diferente, mas não amei. E não entendi a comoção que esse vestido causou no mundinho fashion. Teve muita gente histérica com a escolhe da Zoe. É legal, mas não me conquistou.

A diva eterna, que pode tudo: Sarah Jessica Parker, de Chanel.

Não adianta, eu sempre vou amara Carrie Bradshaw SJP. Até tento ser mais rigorosa em meus julgamentos, mas acho que ela segura qualquer produção. O cabelo que muita gente odiou, eu amei. É Oscar gente, e é SJP! Vocês queriam o que? Um penteado de madrinha de casamento? Não né! Ela é uma diva, e ousa como tal. No mais, Chanel da cabeça aos pés - até na tatuagens (ela usou uma tatoo de correntinha no pulso, misturada às pulseiras).

A que estragou o vestido porque faltou ao pilates: Miley Cyrus.

O vestido da Hannah Montana Miley era lindo e bem delicado, perfeito para a idade dela. Masssss essa postura derruba qualquer produção. Não há uma foto, em nenhum site, em que ela não esteja semi-corcunda. No vídeo tava horrível, dava vontade de correr lá  dar uma esticadinha nas costas dela rs. Corre pro pilates pra ajeitar esses ombros, menina!

As corretas: 1- Amanda Seyfried, 2- Anna Kendrick, 3- Cameron Diaz, 4- Sandra Bullock, 5- Gabourey Sidibe, 6- Kate Winslet, 7- Kristen Stewart, 8- Demi Moore.

Estavam bem. Sofisticadas, mas sem empolgação.

O melhor “pretinho” da noite: Tina Fey, de Michale Kors.

Geralmente não gosto dos vestidos pretos no Oscar. Acho sem graça. Mas esse da Tina Fey era um pretinho nada básico. Amei!

A QUASE totalmente deslumbrante: Meryl Streep, de Chris March.

Meryl Streep é sempre linda. Soube envelhcer, etc e tal. Usou branco, que é diferente e elegante. Um modelo lindo, corte bem classudo. Masss que sandália FEIA é essa jisuis??? O pior é que é Jimmy Choo! Mas “não ornou” (adoro essa expressão! kkkk). E mais feio ainda, é que ela usou uma meia calça fechada, quando deveria ter optado por aquele modelo que deixa os dedinhos de fora. Ficou meio “pé de manequim de loja”, sem dedos rs.

O casal mais estiloso: Robert Downey Jr, de Lanvin e a mulher dele que não sei o nome nem o designer do vestido.

Este foi o único look masculino que chamou atenção esse ano. Todos os outros rapazes estavam exatamente iguais uns aos outros. Sei que para homens as opções não são muitas – ainda mais quando precisam ir fantasiados de pinguins - mas detalhes simples fazem toda a diferença. Amo essa combinação rebelde de traje de festa com tênis. E a mulher dele tava com um vestido lindo. Amay o casal.

A fashion: vencedora do Oscar de melhor figurino, Sandy Powelll.

A moça é super figurinista de Hollywood, e é claro que tem uma maneira de se vestir bem excêntrica. Achei o look ótimo, daqueles que não é todo mundo que pode usar, mas ela PODE! Na foto, Sandy Powell e o estilista, objeto de desejo – e agora cineasta – Tom Ford.

A que surpreendeu: Nichole Richie.

Nichole era super piriguete, mas depois que foi mãe passou a ser mais phyna e vem surpreeendendo a cada aparição em festa. Usou um vestido com mangas e um decotão nas costas (sorry, não achei fotos das costas), meio vintage, bem elegante. Além do mais, estava com uma maquiagem baphonica, clica aqui pra ver numa foto gigante do Dia de Beauté.

A estilosa que decepcionou: Maggie Gyllenhaal.

Essa moça é aquele tipo de mulher que acaba sendo mais linda do que as que nasceram bonitas: é a feinha estilosa rs. Sempre aparece com uns looks bem diferentes e cheios de charme. Acertou ao tentar algo diferente escolhendo um modelo estampado – mas o problema é que a estampa era feia, e o corte tomara que caia sumiu com o restinho de peito que ela parece ter. Melhora na próxima, Maggie.

A minha maior decepção: Penelope Cruz, de Donna Karan.

Acho Penelope Cruz a coisa mais linda do mundo do cinema, por isso fiquei tão decepcionada. O vestido não valorizou nem um pouco o corpo da atriz. Ela ficou sem curvas, estranha. É só comparar com outros momentos dela no Oscar, como esse, pra ver que 2010 não foi o melhor em termos de escolhas fashion para Penélope.

As madrinhas de casamento de pobre: Queen Latifah, Mariah Carey e Namorada de George Clooney (não se se ela tem um nome próprio nem vou perder tempo pesquisando sobre).

Olhe, pra ir ao Oscar com um vestido alugado na Classic Rigor, é melhor não ir viu? Só digo isso.

As bizarras: Charlize Theron de Dior, e Jennifer Lopez, de Armani Privé.

Alguém explica essas rosas nos peitos da Charlize? E esse quadril alienígena da Jennifer Lopez? Será que ela não percebeu que já tem bunda demais e não precisa usar um vestido cheio de volume alí? Pra completar o tecido era tipo plástico bolha… #fail total!

Esse foi o balanço do Oscar 2010. Senti falta também de alguém usando Alexander Mcqueen, que morreu dia desses, e merecia a homenagem. Lady Gaga, oi?

Próximo ano tem mais!

Cafezinho com Almodóvar

sexta-feira, 5 de março de 2010

Mais Almodóvar no blog. Depois do post sobre o editorial da Bazaar, o diretor espanhol inspira uma linha de xícaras.

A Illy – marca de café italiana- lançou uma coleção limitada com deisgn inspirado nos filmes de Pedro Almodóvar. São sete peças, e cada uma remete a uma película diferente: Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1988), Ata-me (1990), De Salto Alto (1991), A Flor do Meu Segredo (1995), Má Educação (2004), Volver (2006) e Abraços Partidos (2009).

A xícara inspirada em Abraços Partidos foi lançada junto com o filme no início do ano, e já está à venda no site da Illy. As outras só chegam no próximo mês.

essa já está à venda

Não é a primeira vez que a Illy faz xícaras para colecionadores. A marca tem projetos artísticos em parcerias com artistas como  Michelangelo Pistoletto, Marina Abramovich, Jeff Koon, e o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, impressos nas edições limitadas da Art Collection.

As cores de Almodóvar

segunda-feira, 1 de março de 2010

A revista Harper’s Bazaar de março fez o editorial que eu planejava fazer. Quén!

Mas tudo bem. Fiocu lindo, e eu não poderia mesmo trazer Largerfeld pra fotografar aqui, hahaha.

As fotos são uma homenagem ao diretor espanhol Pedro Almodóvar. Quem curte moda certamente também gosta da estética vibrante dos trabalhos dele. Cada foto do editorial da Bazaar recriou uma cena de um filme do diretor. E o mais legal é que vários estilistas famosos – entre eles Karl Lagerfeld e Jean Paul Gaultier – participaram, interpretanto os personagens.

“Carne Trêmula” (1997) com Karl Lagerfeld

“Maus Hábitos” (1983) com um impagável Jean Paul Gaultier vestido de freira:

“Mulheres a beira de um Ataque de Nervos” (1988) representado por Sonia Rykiel e sua filha Natalia.

“De Salto Alto” (1991), o filme que abre a matéria da Bazaar:

“Ata-me” (1990):

“Volver” (2006), com a estilista Angela Missoni no papel de Penélope Cruz:

“A Lei do Desejo” (1987)

“Abraços Partidos” (2009), o filme mais recente:

Lindo o editorial, né? Só senti falta de “Má educação”, meu filme preferido de Almodóvar.

Aumentando a biblioteca

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Comecei a ler “A arte de editar revistas” de Fátima Ali, e me surpreendi. Não que esperasse um livro ruim, apenas achei que seria uma leitura mais técnica, tipo manual de redação. Mas não é nada disso. Quer dizer, é e não é.

É, porque assim como os manuais, o livro ensina (quase) tudo que você precisa saber para fazer uma revista. O “quase” fica pela parte que só a prática pode ensinar.  E não é, porque vai muito além disso.

É daqueles livros que vale a pena a gente ter sempre por perto, pra consultar, se inspirar, lembrar… As capas mais famosas, a história das maiores revistas do Brasil e do mundo, os mestres da fotografia, os cliques históricos, e ensinamentos de gente talentosa.

Tem também muitas curiosidades e histórias de bastidores.

Sobre os títulos das revistas por exemplo, conta que a revista Cláudia, recebeu o nome que o fundador da Editora Abril daria para sua filha. Como ele e a esposa tiveram apenas meninos, o nome Cláudia foi aproveitado para uma “cria” da Abril.

Já a revista Nova, é licenciada da americana Cosmopolitan, mas teve que ser rebatizada com um nome brasileiro. Foi lançada por aqui em 1973, época do “Ame-o ou deixe-o”, da ditadura Médici e da censura, quando um nome americano não seria bem recebido pelos militares e até mesmo pelo público que queria atingir na época.

Outra coisa fantástica do livro, é a seleção de imagens. Capas históricas e editoriais que marcaram época. Selecionei algumas pra mostrar pra vocês. A qualidade tá ruim porque estou sem scanner, então fotografei as páginas.

Olha só que linda essa capa da Vogue de 1909!

Outra capa vintage, Fanity Fair, de 1928:

A famosa foto do corselet, da Vogue de 1939. Foi encomendada por Mehemed Agha ao fotógrafo alemão Horst, e tornou-se um ícone da fotografia de moda.

Fred Astaire, 1936. Foto do húngaro Martin Munkácsi, o homem que deu movimento à fotografia. Dizem que antes dele tudo era estático.

E a mais famosa fotógrafa de moda e celebridades, Annie Leibovitz , também tem destaque no livro.

Bette Midler, numa vibe meio Beleza Americana, clicada por Annie Leibovitz:

O lendário fotojornalista Robert Capa, é considerado o melhor fotógrafo de guerra. Documentou cinco das maiores guerras do século. Em sua foto mais famosa, um homem é alvejado durante a guerra civil espanhola:

E por fim, a leveza do fotógrafo de moda Bill King. Conhecido por suas fotos naturais, limpas e elegantes, e pelo uso preciso da luz. De passagem pelo Brasil, ele clicou a então adolescente Pink Wainer (à esquerda) e uma amiga, sob o sol do Rio de Janeiro.

UPTADE: A dúvida surgiu nos comentários, e a Pink Wainer esclareceu via twitter ( pra quem quiser seguir, ela é @pinkywainer). A moça da direita chamava-se Binda, era uma amiga dela.

Tem muito mais coisas incríveis no livro, então corre e compra o seu.

Última ceia

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Sem querer levantar a batida discussão de “o que pode ou não ser considerado arte”, mas os artistas modernos estão buscando sua inspirações em coisas cada vez mais inusitadas.

A última refeição de prisioneiros no corredor da morte, acabou virando arte pelas mãos do britânico James Reynolds. Ele reproduziu vários pedidos dos condenados, num trabalho que recebeu o título de “A última ceia”.

Uma bandeja de frutas foi o último pedido de Louis Jones Jr, executado por sequestro, estupro e assassinato em Indiana, em 2003. ‘As refeições contam algo sobre a personalidade do prisioneiro’, diz o artista.

Alguns pedidos são mais que estranhos, como uma bolacha e seis garrafas de coca-cola; ou o prisioneiro que pediu uma azeitona, por achar que uma oliveira cresceria dentro dele.

Veja mais na galeria:

Clarice Lispector – Só Para Mulheres

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Dia desses descobri um livro de Clarice Lispector que não conhecia, e que mostra um outro lado da escritora.

Clarice Lispector – Só Para Mulheres, traz uma coletânea de textos só de assuntos “de mulherzinha”. Moda, beleza, decoração, etiqueta, sedução, receitas – e tem um quê de auto-ajuda, ou daquela melhor amiga que é boa de dar conselhos, rs.

Os quase 300 textos que compõem a obra, foram produzidos nas décadas de 1950 e 1960, parte deles sob os pseudônimos de Teresa Quadros e Helen Palmer, que Clarice utilizava para escrever nos jornais Comício e Correio da Manhã. Os outros textos, são os que ela escrevia como ghost-writer da atriz e modelo Ilka Soares para o Diário da Noite.

Algumas dicas e conselhos estão um pouco ultrapassados. É o caso de “truques para engomar anáguas” (se você nem sabe o que é uma anágua, corre e pergunta pra sua avó!). Mas outros são daqueles que escutamos da nossa mãe, tia ou avó, e valem pra vida toda! Segue um trechinho:

“Sejam vocês mesmas! Estudem cuidadosamente o que há de positivo ou negativo na sua pessoa e tirem partido disso. A mulher inteligente tira partido até dos pontos negativos. Uma boca demasiadamente rasgada, uns olhos pequenos, um nariz não muito correto podem servir para marcar o seu tipo e torná-lo mais atraente. Desde que seja seu mesmo.”

Clarice e sua inseparável máquina de escrever

Além do mais, é interessantíssimo ver o que importava para as mulheres algumas décadas atrás. Como eram os padrões de beleza e de comportamento, e como elegância sempre foi uma condição atemporal, que nunca dependeu de poder nem de dinheiro. Ou você é fina, ou senta e chora que isso ninguém pode comprar!

Ah! tem o livro pra vender, em promoção, aqui.

Alfabetizada em inglês

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Desde o fight no twitter, quando Xuxa justificou os erros de português da cria dizendo que a boy havia sido alfabetizada em inglês, que eu espero pra ver essa cena.

O que seria da sétima arte sem Xuxa e Renato Aragão néam ?

Me arrepiei com o diálogo “Kd meu bode?” – “Eu sou seu bode” kkkkkkkkkkkk

Arte na vitrine

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Passeando pela blogsfera hoje, vi esse vídeo no Cajon Desastre.

Foi-se o tempo em que as vitrines das lojas limitavam-se a usar manequins expondo as mercadorias. Cada vez mais as grandes – e mais luxuosas – marcas estão transformando as vitrines em espaços artísticos. E as instalações tomam o lugar das roupas.

Olha só que vitrine babado essa da Hermés de Tokyo. O artista japonês Tokujin Yoshioka criou uma instalação que mostra uma modelo japonesa em um vídeo preso na parede da vitrine. Ela sopra um lenço da marca como se fosse ao vivo.

Marilyn nas telonas

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Batido o martelo. Não deu nem pra Scarlett Johanson nem pra Amy Adams.

A escolhida para interpretar  Marilyn Monroe no cinema foi Michelle Williams. A atriz americana, viúva do Coringa de Heath Ledger, atou no faroeste alegre O Segredo de Brokeback Mountain, e em I’m Not There (sobre a vida de Bob Dylan).

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Marilyn e Michelle (Foto: Reprodução/Reuters)

A história do longa – que começa a ser rodado em junho do próximo ano, com direção de Simon Curtis – é baseada no diário de Laurence Olivier (a.k.a bofe da Vivien Leigh), que conta os bastidores da filmagem de O Príncipe Encantado, no qual atuou em 1957 ao lado de Marilyn.