Domingo é dia de viajar. Destino? Verona!

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Estreando uma sessão nova no blog hoje.

Isso porque andei arrumando meus álbuns no computador, e vi que tem um monte de fotos bacanas e dicas de alguns lugares que conheci e poderia compartilhar com a galera aqui do blog.

Elegi aleatoriamente o domingo como dia dessa sessão, e a cada semana vou postar imagens de algum lugar pra gente “viajar” por aqui o/

Hoje vamos visitar Verona.

A bela cidade italiana foi declarada patrimônio da humanidade pela UNESCO, e é conhecida também como “a cidade dos namorados” – por ter sido palco da história de Romeu e Julieta. Acho que Shakespeare gostava muito de Verona, parte de ‘A Megera Domada’ também se passa na cidade.

Verona é muito bonita, a arquitetura é incrível, e em cada esquina da cidade a gente também encontra um pouco de literatura e poesia. Muitos escritores e poetas moraram por lá ou visitaram a cidade, e deixaram suas marcas pelas ruas de Verona.

É uma cidade relativamente pequena, e dá pra conhecer quase tudo a pé.

Fofa essa simpátcia e estilosa senhorinha italiana na pracinha:

Eu na era pré-ruivice, com meus óculos geek família Restart kkk

Uma das coisas que acho mais bacana na Itália é a quantidade de gente fazendo e expondo arte na rua.

Em Verona não é diferente, e, em cada praça, a gente vê um monte de artista, de todos os tipos, trabalhando.

A Casa di Giulietta – dizem que é onde morou a moça que inspirou a personagem da história de amor mais famosa de todos os tempos – é aberta à visitação.

A casa foi transformada em um museu – onde não entrei porque a recepcionista era a pessoa mais grossa que já vi na face da terra. Tipo filha de Seu Lunga. E eu como não aguento grosseiria de seu ninguém, dei uma xingada básica nela e fui-me embora.

Depois compreendi o mau humor da coitada. Feia e antipática, com cara de que vai morrer virgem, a pobrezinha vive recepcionando casais do mundo todo que vão passear em lua de mel, ou fazer juras de amor eterno. Deve ser triste isso.

Lá tem uma estátua da Giulietta, e – diz a lenda – se você passar a mão sobre o coração dela, terá uma vida amorosa abençoada.

Eu aproveitei pra fazer um “peitcheeeeenho” porque achei que faria mais efeito kkkk

Muitos livros de amor à venda, e versões de Romeu e Julieta em todos os idiomas existentes – e nos que ainda serão inventados.

Na parede de entrada, os amantes escrevem seus nomes, deixam bilhetes e pedidos.

Daí no meio de tantos nomes gringos, a gente sempre encontra um “Renata, filha da p***” ou “Rodrigo, vai tomar no c*” kkkkk ah, o meu Brasil…

E tem também a casa do suposto Romeu, que a gente pode conhecer só a fachada.

Fica no número 4, e tem somente uma plaquinha de identificação e um trecho da peça.

Achei o Romeu muito desprestigiado rs.

Também me encantei com algumas vitrines de Verona.

Esse vestido em especial, passei longos vinte minutos olhando. Depois ainda escrevi uma crônica sobre ele.

Outra vitrine que me conquistou, foi a dessa loja de artigos para dança. Morri com os manequins bailarinos!

E aí, gostaram?

Se vocês quiserem ver mais de Verona, porcurem o filme ‘Cartas para Julieta‘. A história é água com MUITO açúcar, imprópria para diabéticos.

Mas releve a trama chata e fique de olho na paisagem. Vale a pena ;D

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Bienal de Veneza 2011

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A Bienal de arte de Veneza é uma das mais importantes mostras de arte comtemporânea do mundo. Li – e agora não lembro onde – que é também a mais antiga. No site da Bienal tem muita coisa sobra a história do evento, que existe desde 1895.

A edição 2011 foi aberta no último sábado, com o tema ILLUMInazioni. Daí lembrei que estive na última Bienal, e fiz algumas fotos que deveriam ter ilustrado uma matéria da revista Salto Agulha.

Quando fui editar a revista, o material sobre a Bienal de Veneza acabou tendo que ficar de fora, mas as imagens merecem ser vistas 😀

Procurei algumas aqui no meu – m e g a d e s o r g a n i z a d o – computador, e resolvi postar no blog.

A edição passada tinha como tema ‘Fare Mondi’ – ou ‘fazer mundos’- e os trabalhos eram organizados em pavilhões que abrigavam cada país participante.

Cada pavilhão ‘sob os meus pés’ na foto, era -literalmente – um mundo. Poderia ser um país, um continente ou um grupo de nações. Mas atravessar cada porta era fazer uma pequena viagem.

As instalações da bienal ocupam um espaço imenso, e é impossível ver tudo em um só passeio. Tanto que o bilhete de entrada valia por 3 ou 4 meses – não lembro bem agora. Você poderia voltar quantas vezes quisesse à Bienal para poder visitar tudo com calma.

A maioria das fotos que fiz foram no pavilhão da Itália – que era o maior e por onde comecei a visita.

Depois de um tempo você vai ficando meio que em transe no meio daquilo tudo e se desprende da obrigação de fotografar. Por isso tenho poucas fotos dos outros pavilhões.

Mas fiz uma seleçãozinha aqui das obras que mais me chamaram atenção. Vamos ver?

Agora mais coisas que fotografei aleatoriamente, sem registrar a plaquinha com nome do autor/obra:

E algumas imagens da parte externa da Bienal.

Destaque para participação de Maria Terra – minha companheira de aventuras na Itália, que ainda deve aparecer um tanto de vezes aqui pelo blog.

E aí, gostaram do passeio? 😀

Quem quiser ver imagens da Bienal desse ano, pode dar uma olhadinha nessa Galeria do UOL.

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Dica de viagem: Antuérpia

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Lendo o ótimo blog Moda pra Ler, da jornalista Laura Artigas, vi um post sobre a Antuérpia onde ela explica como os olhos da moda se voltaram para a cidade.

Quando estive na Bélgica eu nem sabia que a Antuérpia era considerada a capital da moda no país. Mas bastou descer do trem (na estação mais bela da Europa) para perceber que o lugar é um pólo tradicional e muito respeitado na área de moda, dando suporte a toda uma região que ultrapassa as fronteiras belgas.

O museu da moda de lá, o MoMu, vale muito a pena ser visitado. Além do acervo permanente, sempre há exposições bem bacanas por lá. Na rua do museu estão localizadas várias lojas bem interessantes. Desde as marcas mais famosas, até lojinhas onde vendem as coleções dos novos criadores – ainda – desconhecidos.

O MoMu também tem uma livraria especializada em moda, fotografia, arquitetura e design, que é o céu para quem curte uma – ou todas – essas áreas. A livraria se chama Copyright, e foi lá que comprei um livro gigante sobre a história da lingerie, com fotos fantásticas, por míseros CINCO EUROS!

Atualmente está em cartaz uma exposição de chapéus do designer Stephen Jones:

Então quando for à Europa, se você curte moda (e se lê esse blog, tem 99%  de chance de curtir), lembre-se de incluir a Antuérpia no roteiro, ok?

Quando visitei o MoMu, estava em cartaz a exposição Paper Fashion, sobre a qual escrevi na revista Salto Agulha.

Nos próximos dias vou disponibilizar o conteúdo integral da revista aqui no site. Por enquanto, quem não leu na revista, pode conferir um pedacinho da Paper Fashion. Abrindo a imagem em uma nova aba é possível aumentar a letra, viu?

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Cinque Terre

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O motivo do meu “sumiço”

Riomaggiore
Riomaggiore
Vernazza
Vernazza
Manarola
Manarola
Volto segunda-feira =)
Atualização!!!
Veja mais fotos na galeria
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